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Concurso Nacional de Leitura | 13.ª edição – Fase Escolar 2019
Afonso de Paiva com participação no 1º, 2º e 3º ciclos

O objetivo central do Concurso Nacional de Leitura (CNL) é estimular o gosto e os hábitos de leitura e melhorar a compreensão leitora. A iniciativa tem como destinatários alunos dos 1.º,2.º, 3.º ciclos do ensino básico e alunos do ensino secundário, cabendo ao Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL2027) a iniciativa e o desenvolvimento do CNL, ao longo de quatro fases consecutivas:

A fase escolar engloba as provas nas escolas/ agrupamentos, em trabalho colaborativo e articulado entre docentes do 1º ciclo e de português dos 2º e 3º ciclos e bibliotecas escolares. No agrupamento Afonso de Paiva, a prova escolar decorrerá no próximo dia 12 de dezembro. As obras selecionadas para esta primeira fase são:
1º ciclo – “A caixa de saudades” de Rosário Alçada Araújo
2º ciclo – “O dragão” de Luísa Ducla Soares e “Ali Babá e os quarenta ladrões” com adaptação de António Pescada, 5º e 6º ano respetivamente
3º ciclo – “Dentes de Rato” de Agustina Bessa-Luís, “mar me quer” de Mia Couto e “O velho que lia romances de amor” de Luís Sepúlveda
Desta fase são apurados 2 finalistas por ciclo que irão representar o agrupamento na fase municipal, a decorrer entre 11 de janeiro e 25 de fevereiro de 2019, na biblioteca municipal de Castelo Branco.

 

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A ilustradora Danuta Wojciechowska apresentou o seu mais recente trabalho de ilustração que integra o livro infantojuvenil “A Água e a Águia”, numa aliança com o escritor Mia Couto, numa sessão que decorreu no auditório do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva, na manhã do passado dia 20 de novembro. Neste novo livro, Mia Couto escreve e Danuta Wojciechowska ilustra um conto sobre as grandes águias da Terra e a sua relação com a água dos rios.

Este encontro, organizado pelas bibliotecas escolares do agrupamento, da responsabilidade da editora Caminho, com o apoio da Câmara Municipal de Castelo Branco e da Rede de Bibliotecas Escolares, esteve inserido num programa que os dois autores protagonizaram na cidade. No agrupamento, a ilustradora mostrou, partilhou e conversou com cerca de uma centena de alunos e seus professores, das turmas de 3º e 4º anos da escola básica Afonso de Paiva, sobre o que é ilustrar livros para crianças e ainda surpreendeu os pequenos com algumas técnicas de ilustração e possibilidades criativas de desenhar e pintar.

 

Danuta Wojciechowska nasceu no Canadá, em 1960 e dedica-se à ilustração infantil, ao design gráfico e à cenografia. Viveu e estudou na Suíça e em Inglaterra, mas escolheu Portugal para se fixar. Reside e trabalha em Lisboa desde 1984. Foi distinguida com o Prémio Nacional de Ilustração em 2003, entre outros prémios. Já ilustrou outras obras de Mia Couto, assim como de Ondjaki, José Eduardo Agualusa, Álvaro Magalhães, Alice Vieira, Lídia Jorge e Luísa Ducla Soares.

agua e a aguia

“A água e a águia” é o novo livro, fruto da colaboração de Mia Couto com Danuta Wojciechowska, numa edição da Editora CAMINHO. Esta é uma iniciativa da Câmara Municipal de Castelo Branco e da Editorial Caminho, com a colaboração da RBE.

Os dois autores deslocam-se a Castelo Branco no dia 20.novembro para realizar três sessões em Agrupamentos de Escolas da cidade e uma apresentação no Cine-Teatro Avenida.
Pela manhã, entre as 11h e as 12h, a ilustradora Danuta Wojciechowska irá estar no auditório do AE Afonso de Paiva, com os alunos das turmas de 3º e 4º anos da EB Afonso de Paiva.

A sessão da tarde, aberta ao público, será realizada às 18h30, no Cine-Teatro Avenida em Castelo Branco. A entrada é gratuita, mas com levantamento obrigatório de bilhete.

Ainda no âmbito da sua vinda a Castelo Branco para apresentação do livro “A águia e a água”, o autor Mia Couto irá desenvolver uma oficina sobre o processo criativo de escrita, preferencialmente para professores bibliotecários, professores de língua portuguesa e professores de história, no Foyer do Cine-Teatro Avenida de Castelo Branco pelas 16h30 no mesmo dia.

 

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Mensagem da Dra. Teresa Calçada

(Comissária do Plano Nacional de Leitura 2027)

 

O Plano Nacional de Leitura 2027 felicita as Bibliotecas Escolares portuguesas pelo seu trabalho diário de formação de leitores.

A biblioteca escolar destaca-se pela sua centralidade física e simbólica, constitui-se como um espaço físico e digital aberto, onde todos são bem-vindos, incrementando a ideia de uma cultura de leitura e escrita nas escolas.

Aprender a ler e ler para aprender são processos fundadores indissociáveis da ideia de educação. É necessário que na escola se leia de todas as maneiras, de forma autónoma e orientada, individualmente, a par e em grupo, em voz alta e silenciosamente, de forma extensiva e intensiva, sempre e em todo o lado, para aprender a manejar a informação de forma ética e crítica, estruturar o conhecimento, melhorar a aprendizagem e aumentar o sucesso educativo.

Com o objetivo de dar resposta a esta necessidade, o Plano Nacional de Leitura e as bibliotecas escolares juntam esforços para, colaborativamente, promoverem:

– a inclusão de períodos diários para a prática individual da leitura pelos alunos, com a iniciativa “10 minutos a ler”;

– a gestão e o empréstimo às turmas de caixas com conjuntos de livros iguais para serem lidos sob a orientação do professor;

– a celebração de contratos de leitura autónoma com os alunos, tendo em conta as recomendações e as sugestões do Plano Nacional de Leitura 2027;

– o empréstimo e a circulação de livros entre a escola e a casa dos alunos para a leitura em familia;

– concursos, projetos, iniciativas várias que contribuem para fazer leitores.

  1. É essencial que existam espaços, tempos e oportunidades nas escolas para estimular o prazer de ler. A aquisição de hábitos de leitura e do prazer de ler exige uma prática regular da leitura, o envolvimento emocional e a motivação pessoal dos leitores através de um exercício livre e voluntário. O acesso facilitado a um espaço de liberdade, de leitura independente, de iniciativas diversificadas de caráter informal concorre para estimular o prazer de ler e formar leitores para a vida. Sendo também um espaço para brincar e aprender de forma recreativa, a biblioteca escolar desenvolve, através dessa diversão em grupo, as capacidades intelectuais, linguísticas e socioafetivas dos alunos.
  2. Hoje não basta saber ler. É necessário ler muito bem, independentemente do que lemos, das razões por que lemos, das linguagens, dos textos, dos meios, dos suportes e dos lugares físicos ou virtuais em que nos encontramos, e para isso é exigida uma competência muito sólida em leitura e escrita. Esta exigência de aquisição de uma nova competência leitora e de novas literacias implica repensar os ambientes e os modos de aprendizagem atuais. As bibliotecas escolares têm, neste contexto, um papel catalisador.
  3. A biblioteca escolar é um espaço de leitura funcional e informativa, autónoma, onde se descobre e se sustenta o gosto pelo saber, onde é possível ler, investigar e usar de forma livre e com segurança todo o tipo de recursos, impressos e digitais, independentemente do seu formato e da forma de acesso, presencial ouonline.
  4. Como não só de literacia verbal se faz hoje a leitura, é também possível na biblioteca desenvolver muitas outras formas multissensoriais que se combinam cada vez mais com a palavra escrita e oral, dando lugar a uma nova multialfabetização ou transalfabetização que também a biblioteca deve acolher.
  5. A escrita hoje, induzida por novos ambientes digitais e dispositivos móveis, faz-se maioritariamente em ecrãs, associando-se cada vez mais à oralidade e a outras linguagens e formas gráficas e visuais de comunicar, através do Facebook, do Youtube, do Instagram e de outras redes sociais. Por exemplo, como estratégia de motivação e pretexto para o exercício criativo da leitura e da escrita, pode recorrer-se às práticas correntes de escrita dos jovens em plataformas deFanfic, grupos de leitura e escrita no GoodReads e Wattpad, produção debooktrailers, aplicações de storytelling, etc.
  6. Hoje em dia, não só consumimos mas também produzimos informação. As bibliotecas são um espaço de produção e comunicação da imagem e da palavra, onde é possível aprender a trabalhar com tecnologias, plataformas e ferramentas digitais para a criação, a representação e a partilha da informação e do saber, independentemente da sua natureza, suporte ou formato.
  7. A leitura é uma atividade social e as bibliotecas, um espaço público comunitário de encontro, empatia e inclusão, onde é possível socializarmo-nos e abrirmo-nos a outros olhares, realidades e modos de viver, ler e sentir.
  8. As bibliotecas escolares são, igualmente, um espaço performativo de fruição estética e expressão cultural, onde se pode participar em atividades festivas, eventos artísticos e experiências vivas de leitura explorando a dimensão ostensiva, cénica e pragmática da leitura e dos textos

Aos professores bibliotecários, aos coordenadores interconcelhios, aos docentes e a todos aqueles que, todos os dias, constroem leitores nas e com as bibliotecas escolares, uma saudação especial no Dia das Bibliotecas Escolares.

MIBE 2018 | Eu ♥ biblioteca escolar

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O tema definido para o ano de 2018 pela International Association of School Librarianship (IASL) para o International School Library Month (ISLM)  para assinalar este mês de outubro é: “Why I love my school library”. A RBE (Rede de Bibliotecas Escolares) procurou uma formulação que melhor traduzisse para a língua portuguesa a ideia transmitida, optando por uma linguagem híbrida em que todas as gerações se reveem: “Eu ♥  biblioteca escolar”.

Para além das propostas da IASL, a Rede de Bibliotecas Escolares lança o habitual desafio digital (utilizando a hashtag #Eu♥BE) para assinalar o Mês Internacional das Bibliotecas Escolares (MIBE) e celebrar a importância das bibliotecas e de tudo o que têm de bom, organizados este ano em duas categorias: os alunos e os professores bibliotecários, num reconhecimento ao trabalho do professor bibliotecário, enquanto chave para a afirmação da biblioteca na escola. É a paixão com que cada professor bibliotecário se dedica ao que faz que eleva a biblioteca para além de um espaço diferenciado, integrador e participativo, assumindo o seu lugar como estrutura pedagógica e comunidade colaborativa de aprendizagem, procurando sempre ampliar o seu papel educativo.  Para a professora bibliotecária Carla Nunes, as bibliotecas escolares devem assumir-se como espaços de criação, descoberta e aprendizagem e não apenas no sentido criativo, mas também como lugar vivo que responde às necessidades e desejos da sua comunidade. Aprendizagem, criação, cooperação e inovação, é isso, em suma, o que significa bibliotecas neste século. Ali espera-se que os utilizadores encontrem ferramentas e recursos, ao mesmo tempo que se encontram uns aos outros neste que é um lugar de felicidade nas escolas.

E muitas vão ser as atividades ao longo do mês de outubro nas duas bibliotecas (Afonso de Paiva e S. Tiago) do Agrupamento Afonso de Paiva:

  • Formação do Utilizador (1º e 5º anos)
  • Animação de Leitura (3º e 4º anos)
  • Desafios RBE
  • Concursos e Passatempos
  • Feira de Jogos Didáticos (parceria Asa)
  • Bookmark Exchange Project (8º anos)
  • Exposições
  • Instalações Temáticas

Em outubro e seguindo a tradição, são iniciadas as requisições domiciliárias dos alunos do 1º ciclo das EB Afonso de Paiva e S. Tiago, assim como as atividades do Clube de Leitur@s e o Programa Itinerâncias “Malas com Rodas Cheias de Histórias”, em parceria com a Biblioteca Municipal de Castelo Branco, para as escolas e jardins de infância do agrupamento que não dispõem de espaço físico de biblioteca, distribuindo malas contendo livros e alguns materiais de complemento à sua utilização.

Como habitualmente, o Dia Internacional da Biblioteca Escolar será assinalado na quarta segunda-feira de outubro, dia 22, este ano com a apresentação oficial à comunidade educativa, dos trabalhos realizados e recursos produzidos no âmbito do projeto “Ler, Contar e Recontar” | Ideias com Mérito da RBE, assinalado com uma sessão de mediação leitora, exposição e instalação temática e uma apresentação audiovisual.

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Numa organização conjunta entre a Câmara Municipal de Castelo Branco, Centro de Cultura Contemporânea e a Rede de Bibliotecas Escolares, o Concurso Ibérico “Três Imagens…Quantas emoções?” é uma iniciativa que decorre da Ilustrarte’18 – VII Bienal Internacional de Ilustração para a Infância, patente no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco até ao dia 7 de outubro de 2018. Este concurso pretende incentivar a criatividade literária e multimédia dos jovens, sensibiliza-los para a dimensão estética, promover a multiliteracia, estimular a utilização de diversos suportes de criação e promover a escrita criativa.
O concurso é aberto a alunos, portugueses e espanhóis, matriculados no ensino básico, secundário e superior, público ou privado. Os concorrentes terão que fazer prova da visita à exposição, e as ilustrações ali expostas deverão servir de inspiração ao trabalho a apresentar a concurso. Os interessados podem participar de duas formas:

  1. 1º e 2º ciclos –  em suporte escrito, texto de poesia ou narrativo.
  2. 3º ciclo, secundário ou superior – dois suportes, escrito e/ ou multimédia

A pré-inscrição decorre online (em formulário próprio) até ao dia 8 de outubro. Os concorrentes deverão inscrever-se na categoria correspondente ao ano letivo que frequentaram no ano letivo 2017/18.

Os trabalhos deverão ser entregues até 11 de novembro e a divulgação dos resultados está agendada para o dia 10 de dezembro.
O regulamento do concurso, a ficha de Inscrição e demais documentos estão disponibilizados na página da Câmara Municipal de Castelo Branco e nas páginas dos parceiros da iniciativa.

Participa! Qual é a tua ideia?

Regulamento do Concurso Descarregar: Português / Espanhol 

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regulamento_ES

Versões a Preto e Branco

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Cartaz em Português / Espanhol

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Formulário de Manifestação de interesse em participar no Concurso AQUI 

 

Alerta Premika

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Educação para a Sexualidade

Recursos para Jardim de Infância e Ensino Básico (1.º e 2.º Ciclos)

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Cultura LIJ / ISSN 2545-6849-10

Revista de Cultura y Literatura Infantil y Juvenil - ISSN 2545-6849-10 Marzo 2018

Literacia de Informação

Da Informação ao conhecimento com a biblioteca escolar

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Página do escritor e contador de histórias Carlos Alberto Silva

A maioria das pessoas que caminhem atrás de mim serão crianças, por isso manterei os passos curtos." Hans Christian Andersen

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Blogue das Bibliotecas do Agrupamento de Escolas Martim de Freitas

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