Feeds:
Artigos
Comentários

Posts Tagged ‘férias’

Boas férias… ;)

PietariPosti

(il. Pietari Posti)

Anúncios

Read Full Post »

E chegaram as férias!…

ferias

“As minhas férias”

As minhas férias foram em casa dos meus avós. Todos os anos as minhas férias são lá. A casa dos meus avós é grande mas parece um bocadinho pequena. Tem umas escadas e uma cave e muito mais quartos que a nossa casa, mas tudo parece um bocadinho mais baixo e apertado. Uma vez caí das escadas e não me magoei nem nada. Mas isso foi quando eu só tinha cinco anos. Nessa altura eu não sabia escrever nem nada porque ainda estava na infantil e agora até subo dois degraus de cada vez e as pessoas dizem que eu sou muito mexido. O meu avô até me disse que eu era um super-herói. Disse assim: ah, és tu, Filipe! Achei que era um super-herói que nos tinha entrado em casa. O meu avô gosta muito de super-heróis ou pelo menos é o que eu acho porque ele está sempre a falar-me deles. À mesa, quando os outros crescidos começam a ter conversas diferentes assim mais sérias e isso, o meu avô fica calado que nem um rato, que é como diz a minha avó, e depois só diz uma coisa ou outra quando lhe apetece ou quando se lembra de uma história divertida e então dá gargalhadas muito altas, mas não altas como quando às vezes ralham alto connosco e sim altas de fazer uma espécie de cócegas na nossa boca e termos de rir também e também alto como ele. As pessoas crescidas normalmente são diferentes. As pessoas crescidas normalmente não se riem ou riem-se de coisas que não têm graça nenhuma, pelo menos eu não acho, e às vezes param mesmo de rir a meio do riso como se uma gargalhada fosse uma coisa feia ou um palavrão muito mau. As pessoas crescidas não são nada como o meu avô. O meu avô é assim mais redondo e às vezes até parece que vai tropeçar e tudo. Mesmo quando está calado ou a dormir na poltrona castanha o meu avô não é nada sério e, como eu costumo dizer, isso é muito positivo. As pessoas crescidas normalmente não são nada positivas. As pessoas crescidas normalmente são muito levantadas e direitas e fazem lembrar árvores daquelas que estão sempre num conjunto de árvores e são muito iguais às outras todas, como os eucaliptos por exemplo. Um dia o meu pai foi comigo à mata que é como nós chamamos a uma floresta que há lá ao pé da casa dos meus avós, para aí a uns 2 km ou 3 km, e mostrou-me o que eram eucaliptos. Disse assim: estás a ver, Filipe? Isto aqui são eucaliptos. Eucaliptos. Mas nessa altura eu era muito pequenino e tinha mais ou menos quatro anos e por isso ainda não sabia dizer eucaliptos. Dizia de uma maneira diferente e engraçada mas agora já não me lembro. já passou muito tempo porque isto foi quando eu ainda era um bebé. Aos seis anos é a idade em que se fica mais crescido e eu já estou quase a fazer sete por isso vou rebentar a escala e claro já não sou um bebé.
Quando começam as férias vamos de carro para casa dos meus avós. E quando as férias acabam vimos para nossa casa também de carro, é só fazer o caminho todo ao contrário, mas por acaso às vezes parece mesmo que é outra estrada e que não foi por ali que viemos e nessas alturas eu penso para onde é que estamos a ir? Os meus avós são os pais da minha mãe. Os pais do meu pai morreram antes de eu nascer ou então quando eu era tão pequeno que não me lembro das caras deles. Um tio meu também morreu há pouco tempo e eu lembro-me muito bem da cara dele. A minha mãe disse-me que ele tinha subido para o céu porque era uma pessoa boa e então eu perguntei à minha mãe o que é que acontecia às pessoas que não eram tão boas e a minha mãe disse-me que também iam para o céu e depois eu ganhei coragem e perguntei-lhe e o que é que acontece às más? E a minha mãe disse que todas iam para o céu e eu aprendi isso. Deve ser bom estar no céu e passar por cima dos automóveis, principalmente quando está muito trânsito e as pessoas já estão chateadas de estar ali. A minha avó diz: não se diz chateadas, diz-se aborrecidas. Está bem, Filipe? Está bem, avó. A minha avó quer sempre que eu coma mais e às vezes ri-se de coisas que eu digo sem ser para rir e eu fico contente e depois volto a dizer essas coisas mas normalmente à segunda vez a minha avó já se ri com menos vontade. A minha avó diz que eu sou muito engraçado. Outras vezes diz que eu sou esperto mas não caço ratos. A minha avó não gosta nada de ratos mas está sempre a falar neles.

Jacinto Lucas Pires, Abre para cá, Livros Cotovia

O texto completo pode ser lido AQUI.

Read Full Post »

Este ano o Solstício de Verão ocorre no dia 21 de junho (sábado) às 11h51min. Este instante marca o início do verão no Hemisfério Norte, estação mais quente do ano. Esta estação prolonga-se por 93,65 dias até ao próximo Equinócio que ocorre no dia 23 de Setembro de 2014 às 03h29min.

 

E… que não gosta de ler na praia?! À beira mar, sob o som das ondas, respirando a brisa marítima, e com um livro divertido para completar um dia perfeito de praia!

 

A pensar nisso aqui deixamos algumas sugestões de livros para desfrutar nas férias.

 

peixe

 

Viva o Peixinho! de Lucy Cousins

O Peixinho tem cardumes e cardumes de amigos, que desfilam um após outro neste livro encantador – um verdadeiro mar de cores e rimas.

Editor: Editorial Caminho

 

 

 

 

 

mimi

 

Com tanto calor, a Bruxa Mimi não consegue ficar em casa, e decide partir com o Rogério rumo à beira-mar. Mal chega à praia, estende a toalha na areia e corre para o mar para dar um mergulho – ao contrário de Rogério, que odeia água! Mas à medida que a maré vai subindo, as ondas vão-se aproximando do sítio onde a Mimi deixou as suas coisas – e levam-lhe a vassoura. Ela bem tenta que a vassoura responda ao seu «Abracadabra», mas nem tudo corre como previsto…

Livro recomendado para o 1º ano de escolaridade destinado a leitura orientada na sala de aula. Grau de Dificuldade II.

Editor: Gradiva Publicações

Coleção: Gradiva Júnior

 

 

 

quanto_gosto_ti_verao

 

A Pequena Lebre Castanha adora brincar no Verão, quando há cores por toda a parte. Mas de que cor é que ela gosta mais? Dos criadores de Adivinha Quanto Eu Gosto de Ti, quatro novas histórias encantadoras, perfeitas para partilhar com os seus filhos!

Editorial Caminho

 

 

 

 

 

 

hoje

 

Cada dia é uma aventura emocional. Ao longo deste ABC dos sentimentos, acompanhamos a nossa personagem e o que ela vai sentindo, letra a letra, de A a Z. As ilustrações, pintadas a aguarela e a tinta-da-china, associam-se de forma inusitada às emoções descritas, captando a sua complexidade e poesia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

fora

De quem será esta pegada?

O que faz aqui esta minhoca?
Será um sapo ou uma rã?
Como se chama esta árvore?

Mesmo que moremos numa grande cidade, existe sempre natureza lá fora: nuvens e estrelas, árvores e flores, rochas e praias, aves, répteis ou mamíferos.
O que esperamos então?
Saltemos do sofá e iniciemos a exploração!

 

Planeta Tangerina

 

 

 

mar

 

Se o nosso planeta tem mais mar que terra, então porque é que não se chama planeta Mar? Provavelmente já não vamos a tempo de mudar os dicionários e os livros de geografia, mas fica aqui a nossa homenagem a essa grande piscina tão importante para os portugueses, povo de marinheiros e comedores de bacalhau.

Este actividário (actividades + abecedário) aviou-se no mar e dá-te palavras para mastigar e não deitar fora. Brinca com elas e com os seus significados, uma e outra vez, porque no mar há muito sal para provar, muitas lendas para contar e muitas vidas para descobrir, sejam de peixes ou piratas.

É certo que no Mar há mais palavras que marinheiros, mas o nosso barco não podia trazer tudo. Partimos ao sabor do vento e regressámos com 206 palavras e 80 actividades na rede. Diverte-te com elas.

 

Pato Lógico

 

 

Poetas_4aEdicao

 

Antologia poética para os mais novos, do séc XIII aos nossos dias, que permite uma introdução muito completa das nossas crianças e jovens ( dos 8 aos 16 anos) ao que de melhor se fez em poesia portuguesas ao longo dos tempos, desde D. Dinis a Eugénio de Andrade, passando por Camões, Gil Vicente, Bocage, Almeida Garrett, Nicolau Tolentino, Sebastião da Gama, Almada Negreiros, António Gedeão, Miguel Torga, Matilde Rosa Araújo e muitos outros.

 

Escrit’orio Editora

 

 

 

 

o_ar_esta_cheio_de_vozes

 

 

Se aceitares o convite para a festa que este livro quer ser, entra, as páginas estão abertas. Encontrarás tudo à mistura! Gente como tu, tambores com muita lata, relógios que despertam de sonos longos, moinhos espantados com os avanços da tecnologia, alguns segredos, algumas dúvidas, alguns apetites… E um girassol, logo à entrada. E bichos podiam lá faltar, os bichos! Hás-de vê-los de duas, quatro e mais patas, todos muito senhores das suas razões. Podes entrar à vontade, sem medo, que não há dinossáurios.

 

Caminho

 

 

 

simpsons-capa_r

 

A revista de Banda Desenhada Simpsons é editada pela primeira vez em Portugal pela editora Goody, S.A.

Neste primeiro número, lançado em Portugal a 30 de abril, o autor Matt Groening assina as histórias “Homer, O Colosso”, “Bart, O Presidiário”, “O Colecionador”, “Romance Fatídico” e ainda uma pequena brincadeira Patty & Selma – tudo em 64 páginas que prometem divertir todos os fãs dos Simpsons com o tão esperado humor irreverente e ácido.

 

 

 

 

Mahou2

 

No livro anterior, Na Origem da Magia, ficámos a saber que, há muitos, muitos anos, em Mahou, uma família descobriu um objeto dotado de poderes mágicos extraordinários e, através dele, obteve riqueza, domínio e conhecimento. Mas nada disto lhes trouxe alegria ou união e a desavença desta família fez com que a Guerra se alastrasse por todo o Mahou. Neste tomo, decorrido mais de um ano após a visita de Bia – uma rapariga muito especial – ter finalmente sarado as feridas que a Guerra abriu, vamos acompanhar o Mago Mago numa viagem ao seu passado.

 

 

Edições Asa

 

 

 

 

teatro_tres_Pancadas

 

Três textos depois das três pancadas (como dizia Molière). “Vem aí o Zé das Moscas”, “Olha o Passarinho” e “Serafim e Malacueco na corte do Rei Escama”, são as pequenas histórias da autoria de António Torrado que aqui podes encontrar.

 

Caminho

 

 

 

 

 

 

image

 

“Porque é tão lento o caracol?”

Aqui se conta a rebeldia de um caracol que queria ter nome e não percebia a razão por que era tão lento. Pediu ajuda ao mocho de olhos fechados. “Abro-os à noite e vejo tudo o que há; durante o dia fecho-os e assim vejo tudo o que houve.” Disse-lhe a ave que era lento porque carregava um grande peso. Ela própria carregava lembranças que a impediam de voar. O caracol não se convenceu e seguiu viagem. Lentamente, muito lentamente.

 

 

Porto Editora

 

 

 

 

capa_Mochila_outline

 

Nuno (pai), Rodrigo e Luís (filhos) juntaram-se para um importante trabalho de grupo em família: a escrita de um livro infantil. Durante várias tardes imaginaram personagens e estórias – e desenharam as ilustrações. Houve muitas birras (da parte do pai, claro) mas a viagem chegou ao fim. Mete mochilas mágicas, peixes-sapato, escovas de dentes preocupadas, baleias que querem ser nuvens e nuvens que querem ser baleias. Além de muito divertido e instrutivo, é o mote perfeito para outros pais e filhos porem mãos à obra.

(Cede os direitos de autor à Associação Coração Amarelo, que promove a solidariedade entre gerações)

 

Escritório Editora

 

 

 

 

 

 

Porque os livros são sempre uma boa companhia!

 

Read Full Post »

A maioria das pessoas que caminhem atrás de mim serão crianças, por isso manterei os passos curtos." Hans Christian Andersen

BECRE-AEPM

Biblioteca Escolar / Centro de Recursos Educativos do Agrupamento de Porto de Mós

Pegada-de-papel

Blogue das Bibliotecas do Agrupamento de Escolas Martim de Freitas

Bibliotecas são Comunidades

As bibliotecas são Comunidades

Cinema Sem Conflitos

Prevenção e mediação de conflitos em contexto educativo

O Cão Leitor

Livros, Literacia e Literatura para crianças

A23 EDIÇÕES

A fine WordPress.com site

Anna Llenas

autora e ilustradora de libros

EUROLIS

Resources for librarians

Bestiário Tradicional Português

Primeira compilação ilustrada de criaturas míticas do folclore nacional

Figuras da Ficção

Investigação, ensino e debate sobre a teoria da narrativa e sobre a personagem ficcional

CAFÉ COM LETRAS

Revista de literatura lusófona

Universo Abierto

Blog de la biblioteca de Traducción y Documentación de la Universidad de Salamanca

%d bloggers like this: