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O Diáspora – Festival Literário de Belmonte, regressa já dia 20 e decorre até domingo, dia 22 de novembro, em Belmonte, um dos concelhos de Castelo Branco. Junta vários autores de diferentes gerações e nacionalidades e pretende abranger escolas e comunidade. Do programa consta a realização de quatro mesas de debate, duas mostras ilustrativas (uma de Vasco Gargalo e outra de Afonso Cruz), duas conferências, uma entrevista e sessões escolares, com a presença da ilustradora Catarina Sobral e o contador de histórias Jorge Serafim.

Entre os convidados estão nomes como Mário Cláudio, Inês Pedrosa ou Jaime Nogueira Pinto, aos quais se juntam autores de gerações mais novas e ainda os brasileiros Andréa Zamorano e João Paulo Cuenca, assim como a ex-ministra da Cultura Gabriela Canavilhas ou Pedro Mexia, entre outros.

A organização está a cargo da Câmara Municipal de Belmonte que tem edição executiva da Booktailors.

 

Mais informações sobre o Diáspora na página oficial do Facebook.

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A edição deste ano do Fronteira – 3º Festival Literário de Castelo Branco, promovido pela Câmara Municipal de Castelo Branco, numa organização da Booktailors, realizou-se nos dias 10 e 11 de abril e terminou no dia 4 de maio, numa sessão de homenagem às palavras, pois como disse Mia Couto no Cine-Teatro de Castelo Branco “não se devem homenagear os autores, mas sim alguma coisa que é muito mais importante que os escritores, os livros e a leitura e essa relação de intimidade que a leitura proporciona”.

No âmbito da educação literária no 1º ciclo e ao longo do segundo período foram lidas, estudadas e analisadas duas obras do escritor moçambicano: “O gato e o escuro” e “O beijo da palavrinha” e como forma de assinalar o dia da visita do autor à cidade albicastrense, os alunos do 1º ciclo do agrupamento de escolas Afonso de Paiva decidiram “por ao vento” as palavras e as histórias e com um estendal de textos, excertos, ilustrações, poesias visuais e muito mais realizadas a partir das palavras de Mia Couto, os nossos alunos homenagearam assim os livros e a leitura, (re)descobrindo e (re)inventando palavras e leituras.

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O “Estendalário” marcou o arranque de um abril dedicado ao escritor moçambicano nas bibliotecas escolares do agrupamento Afonso de Paiva, num mês cujo programa foi muito vasto e contemplou sessões de declamação, leitura, montras de livros, apresentações interativas e mostras biobibliográficas do escritor e poeta, assim como apresentações de alguns trabalhos dos alunos em suporte de papel e digital, nas bibliotecas escolares do agrupamento.

A iniciativa levada a cabo pela biblioteca escolar Afonso de Paiva em estreita colaboração com o departamento do 1º ciclo estendeu as palavras do escritor moçambicano Mia Couto aos alunos, difundindo e promovendo a lusofonia e o escritor e poeta. O “Estendalário” esteve no Cine-Teatro no dia 4 de maio e estará “ao sol” na escola Afonso de Paiva durante a última semana de maio, onde poderá ser visto e apreciado pela comunidade educativa.

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A escola é um meio para querermos o que não temos. A vida, depois, nos ensina a termos aquilo que não queremos.” (Mia Couto)

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A 3.ª edição do Fronteira — Festival Literário de Castelo Branco conta no seu último dia, amanhã, segunda-feira, dia 4 de maio, com uma sessão especial de homenagem a Mia Couto.

O escritor moçambicano estará presente no Cine-Teatro Avenida pelas 21.30h. A entrada é livre, mas os bilhetes terão que ser levantados na bilheteira do Cine-Teatro.

Contamos com a vossa presença!

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Castelo Branco recebe nos dias 10 e 11 de abril e 4 de maio, pelo 3º ano consecutivo, o Festival Literário, promovido pela Câmara Municipal de Castelo Branco, numa organização da Booktailors. Este ano e sob o tema “Fronteira”, o primeiro dia começou dedicado às escolas, onde diferentes autores foram ao encontro dos alunos da cidade e o agrupamento Afonso de Paiva recebeu novamente a visita de Paulo Galindro, ilustrador de livros como “O Cuquedo”, de Clara Cunha, “O tubarão na banheira”, de David Machado, “Chiu” de Mafalda Milhões, “O primeiro dia de escola”, de António Mota e, mais recentemente, de Luís Sepúlveda: “História de um gato e de um rato que se tornaram amigos”.

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O Paulo é licenciado em arquitetura e pai de dois filhos. Queria ser astronauta, mas acabou por se dedicar à ilustração. Ama os livros, a música, café, chá e dióspiros com canela. É também apaixonado pelo surf e, claro, pelo desenho e pintura. Foi com criatividade, originalidade e exclusividade e com a energia de uma locomotiva, pelas palavras e imagens do livro de Julian Tuwin, que o ilustrador levou um auditório cheio de pequenos leitores, numa viagem ferroviária entre o universo literário e o universo visual, seguindo o Clube de Leitur@s numa carruagem, os alunos das turmas de 3º e 4º anos das escolas básicas Afonso de Paiva e S. Tiago noutra e os professores e amigos convidados numa terceira.

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Paulo Galindro vinha falar do tema “Fronteiras”, mas o ilustrador provou que não há fronteiras no que toca a desenhar e pintar. É preciso ser corajoso e criativo e usar o que nos apetecer para deixar a nossa marca, seja numa folha de papel ou numa embalagem de cartão. O nosso convidado explicou ainda como nasce um livro e confessou segredos e algumas peripécias da vida de ilustrador. Atentos e francamente fascinados, os alunos ficaram a saber que todos eles podem também ser ilustradores, só é preciso descobrir a importância da lentidão, porque tudo o que há de melhor na vida demora o seu tempo!

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Obrigada, Paulo, pelo amor incondicional que deixa em cada ilustração!

 

 

Porque é de recordações que vivemos, AQUI fica uma ligação para uma divulgação noticiosa da visita do Ilustrador Paulo Galindro ao nosso agrupamento, no âmbito da edição de 2014 do Festival Literário, realizada por Maria João Costa, da Renascença.

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A 10 e 11 de abril e 4 de maio, a literatura volta a Castelo Branco. Numa terceira edição, o Festival Literário de Castelo Branco assume o nome de “Fronteira”, num evento que se pretende de reflexão e de discussão sobre até onde a literatura pode chegar.

No dia 10 de abril, vários autores levarão às escolas do concelho o tema «Ler: atravessar fronteiras para outros mundos». A vontade de criar novos públicos, aproximando leitores e autores dando especial atenção aos mais novos dá o mote para as visitas às várias escolas do concelho. As sessões serão subordinadas ao tema «Ler é como atravessar uma fronteira para o mundo». Porque o mundo todo está no virar de uma página.

A 3ª edição deste festival contará com as presenças de Valter Hugo Mãe, Francisco José Viegas, Fernando Alvim, João de Melo, Bruno Vieira Amaral, João TordoValério Romão entre os 15 autores convidados.

O primeiro dia termina às 21.30h, com a Mesa 1, sobre o tema “Onde fica a fronteira entre a razão e sentimento?”, no Centro Cultural de Alcains, com os convidados João Afonso e Renato Filipe Cardoso.

10 de abril, pelas 14.30h, o nosso agrupamento contará com a visita de um magnífico ilustrador português – Paulo Galindro – que irá, certamente, deslumbrar, os nossos pequenos artistas das turmas de 3º e 4º anos das escolas básicas Afonso de Paiva e S. Tiago.

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Paulo Galindro – Ilustrador nasceu a 11 de julho de 1970. É licenciado em Arquitetura, mas foi na oficina de artes gráficas do pai que, logo desde criança, nasceu o gosto pela ilustração. Criou, com Natalina Cóias, a marca Pintarriscos, um minúsculo passarinho que os inspira, entre outras coisas, a transformar paredes em páginas de livros gigantes. Dos seus vários e diversos trabalhos, feitos em parceria com alguns dos mais importantes escritores nacionais e internacionais, como Luís Sepúlveda, António Mota, David Machado, entre outros, destacam-se «O Tubarão na Banheira», que lhe trouxe o prémio Autores SPA/RTP 2010 para Melhor Livro Infantojuvenil, e «O Cuquedo», que mereceu a menção honrosa no Prémio Nacional de Ilustração 2009.

A 11 de abril, logo pela manhã, decorrerá no Museu Cargaleiro, pelas 10.30h, uma oficina de Ilustração com Pedro Vieira e pelas 12h na Biblioteca Municipal de Castelo Branco ocorrerá o lançamento do livro “Vera Cruz”, de João Morgado.

Ao longo da tarde, acontecem ainda 3 mesas de debate, na Biblioteca Municipal de Castelo Branco: “Fronteiras para o Século XXI” (15h), com Bruno Vieira Amaral e João Tordo; “Entre Macondo e Ilha dos Amores” (16h), com João de Melo e Valério Romão; “De Espanha, nem bom vento, nem bom casamento” (17h), com Francisco José Viegas e José Manuel Fajardo.

O “Fronteira- Festival Literário de Castelo Branco” encerra às 21.30h, na Escola Superior de Educação de Castelo Branco, com “Fronteiras e Territórios Literários”. O convidado é Valter Hugo Mãe.

Esta edição recebe Mia Couto, um finalista do Man Booker Prize 2015, numa primeira nomeação de um autor de língua portuguesa para este prémio, a 4 de maio, numa sessão de homenagem ao escritor moçambicano que decorrerá no Cine-teatro Avenida, pelas 21.30h.

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PROGRAMAÇÃO

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