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Posts Tagged ‘bibliotecas’

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A Viagem começou em 2002… quando decidimos percorrer um Carreirinho de Letrinhas para encontrar a Palavra.
Ano após ano, fomos brincando com palavras, rindo e sonhando. Fomos lendo, sentindo, cheirando, admirando, provando e guardando palavras.
Conhecemos diversas formas de dialogar através do contar e do cantar, sentimos e aprendemos a olhar a leitura, conseguimos ver e ler as cores da poesia e o Carreirinho tornou-se no Caminho!
Durante doze anos viajámos e lemos através das emoções, e, o nosso caminho foi ficando colorido de palavras e de sentidos. Durante as viagens guardámos na mala memórias, recordações, imagens, sabores, afetos, sentidos, palavras e leituras.
Queremos partilhar com todos os que não têm medo de viajar as nossas LEITURAS pois agora sabemos que a leitura pode acontecer em qualquer lugar.
Porque a leitura pode acontecer em qualquer lugar, entre 15 e 19 de junho de 2016, contaremos com várias apeadeiros dos Caminhos de Leitura:
Apeadeiro do Encontro – Encontro de literatura infantojuvenil / formação creditada (15 a 18 de junho)
Apeadeiro da Ilustração – Exposições de ilustração(15 a 19 de junho)
Apeadeiro da Leitura – mercado infantil do livro e da leitura (15 a 19 de junho)
Apeadeiro da Memória – Festival de Narração Oral (17 de junho)

Aqui, a leitura acontece.
O comboio já partiu.
Não tenha medo de embarcar.
Estamos a preparar-nos para vos receber!

13177667_703204319782866_9126409291255637192_nConsultem o programa e façam já a vossa inscrição em:

Portal oficial do Município de Pombal  [ http://www.cm-pombal.pt/caminhosleitura ]

Blogue Caminhos de Leitura [ http://caminhosdeleiturapombal.blogspot.pt ]

Página de facebook  [https://pt-pt.facebook.com/caminhosdeleitura ]

Em Pombal de 15 a 19 de junho’ 16.

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A maior sala do Convento de Mafra está forrada com mais de 40 mil livros, arrumados e alinhados nas estantes em estilo rococó. Encadernações em couro, gravadas a ouro, dizem-nos que não são livros comuns, que estamos perante objetos valiosos, em cujas páginas se condensam séculos de conhecimento, cultura e sabedoria. Numerosas obras foram encomendadas por D. João V, porque o rei queria concentrar neste palácio, que lhe era muito especial, o que de melhor se imprimia no reino e no estrangeiro.

 

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Nesta Biblioteca estão guardados livros que são exemplares únicos e raros do saber produzido no ocidente entre os séculos XV a XIX. Considerada uma das mais belas do mundo, esta biblioteca nasceu no reinado de D. João V, o rei que privilegiava a cultura e o saber. Faz ainda parte do imponente palácio mandado construir em 1717 por D. João V, em cumprimento de uma promessa para lhe nascer um filho herdeiro do seu casamento com D. Maria Ana de Áustria.

 

Para saberes mais visita o sítio Ensina RTP.

 

 

Fonte: reporteressl

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Todo o escritório, gabinete ou sala que se preze possui uma estante farta de livros. É dessa forma que o dono ou ocupante do espaço tem de mostrar sua erudição e instrução. Mas os livros também servem para outro propósito, como demonstrar quais são as últimas tendências, as cores da estação e como organizar cores e texturas. Em último caso, servem como passatempo também.

Elenco:
Gregorio Duvivier
Luis Lobianco

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As bibliotecas, segundo Valter Hugo Mãe

Um belo texto de Valter Hugo Mãe sobre as bibliotecas. Para ler hoje, 27 de outubro de 2014, dia nacional das bibliotecas escolares
 valterhugomae
Transcrição:

As bibliotecas são como aeroportos. São lugares de viagem. Entramos numa biblioteca como quem está a ponto de partir. E nada é pequeno quando tem uma biblioteca. O mundo inteiro pode ser convocado à força dos seus livros.

Todas as coisas do mundo podem ser chamadas a comparecer à força das palavras, para existirem diante de nós como matéria da imaginação. As bibliotecas são do tamanho do infinito e sabem toda a maravilha.

Os livros são família direta dos aviões, dos tapetes-voadores ou dos pássaros. Os livros são da família das nuvens e, como elas, sabem tornar-se invisíveis enquanto pairam, como se  entrassem para dentro do próprio ar, a ver o que existe dentro do ar que não se vê.

O leitor entra com o livro para dentro do ar que não se vê.

Com um pequeno sopro, o leitor muda para o outro lado do mundo ou para outro mundo, do avesso da realidade até ao avesso do tempo. Fora de tudo, fora da biblioteca. As bibliotecas não se importam que os leitores se sintam fora das bibliotecas.

Os livros são toupeiras, são minhocas, eles são troncos caídos, maduros de uma longevidade inteira, os livros escutam e falam ininterruptamente. São estações do ano, dos anos todos, desde o princípio do mundo e já do fim do mundo. Os livros esticam e tapam furos na cabeça. Eles sabem chover e fazer escuro, casam filhos e coram, choram, imaginam que mais tarde voltam ao início, a serem como crianças. Os livros têm crianças ao dependuro e giram como carrosséis para as ouvir rir. Os livros têm olhos para todos os lados e bisbilhotam o cima e baixo, o esquerda e direita de cada coisa ou coisa nenhuma. Nem pestanejam de tanta curiosidade. Querem ver e contar. Os livros é que contam.

As bibliotecas só aparentemente são casas sossegadas. O sossego das bibliotecas é a ingenuidade dos incautos. Porque elas são como festas ou batalhas contínuas e soam trombetas a cada instante e há sempre quem discuta com fervor o futuro, quem exija o futuro e seja destemido, merecedor da nossa confiança e da nossa fé.

Adianta pouco manter os livros de capas fechadas. Eles têm memória absoluta. Vão saber esperar até que alguém os abra.

Até que alguém se encoraje, esfaime, amadureça, reclame direito de seguir maior viagem. E vão oferecer tudo, uma e outra vez, generosos e abundantes. Os livros oferecem o que são, o que sabem, uma e outra vez, sem refilarem, sem se aborrecerem de encontrar infinitamente pessoas novas. Os livros gostam de pessoas que nunca pegaram neles, porque têm surpresas para elas e divertem-se a surpreender. Os livros divertem-se.

As pessoas que se tornam leitoras ficam logo mais espertas, até andam três centímetros mais altas, que é efeito de um orgulho saudável de estarem a fazer a coisa certa. Ler livros é uma coisa muito certa. As pessoas percebem isso imediatamente. E os livros não têm vertigens. Eles gostam de pessoas baixas e gostam de pessoas que ficam mais altas.

Depois da leitura de muitos livros pode ficar-se com uma inteligência admirável e a cabeça acende como se tivesse uma lâmpada dentro. É muito engraçado. Às vezes, os leitores são tão obstinados com a leitura que nem acendem a luz. Ficam com o livro perto do nariz a correr as linhas muito lentamente para serem capazes de ler. Os leitores mesmo inteligentes aprendem a ler tudo. Leem claramente o humor dos outros, a ansiedade, conseguem ler as tempestades e o silêncio, mesmo que seja um silêncio muito baixinho. Os melhores leitores, um dia, até aprendem a escrever. Aprendem a escrever livros. São como pessoas com palavras por fruto, como as árvores que dão maçãs ou laranjas. Dão palavras que fazem sentido e contam coisas às outras pessoas. Já vi gente a sair de dentro dos livros. Gente atarefada até com mudar o mundo. Saem das palavras e vestem-se à pressa com roupas diversas e vão porta fora a explicar descobertas importantes. Muita gente que vive dentro dos livros tem assuntos importantes para tratar. Precisamos de estar sempre atentos. Às vezes, compete-nos dar despacho. Sim, compete-nos pôr mãos ao trabalho. Mas sem medo. O trabalho que temos pela escola dos livros é normalmente um modo de ficarmos felizes.

Este texto é um abraço especial à biblioteca da escola Frei João, de Vila do Conde, e à biblioteca do Centro Escolar de Barqueiros, concelho de Barcelos. As pessoas que ali leem livros saberão porquê. Não deixa também de ser um abraço a todas as demais bibliotecas e bibliotecários, na esperança de que nada nos convença de que a ignorância ou o fim da fantasia e do sonho são o melhor para nós e para os nossos. Ler é esperar por melhor. 

(in JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias (nº 1112, 15 a 28 de maio de 2013, p.34)
Para ler.

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Blogue do IILP

Promocão e difusão da língua portuguesa

Astrid Lindgren Memorial Award

The World's Largest Children's Literature Award

Universo Abierto

Blog de la biblioteca de Traducción y Documentación de la Universidad de Salamanca

MixLit

O DJ da literatura

abiblioterapeuta.wordpress.com/

A Biblioterapeuta: porque os livros curam.

Alerta Premika

um (re)encontro com o mundo dos livros...

Hafuboti

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Educação para a Sexualidade

Recursos para Jardim de Infância e Ensino Básico

TRANSMAGINAR

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Cultura LIJ / ISSN 2545-6849-10

Revista de Cultura y Literatura Infantil y Juvenil - ISSN 2545-6849-10 Marzo 2018

Literacia de Informação

Da Informação ao conhecimento com a biblioteca escolar

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