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Dia Mundial da Leitura em Voz Alta no AE Afonso de Paiva

Dia Mundial da Leitura em Voz Alta

Uma das práticas mais importantes para promover a leitura e criar leitores é a leitura em voz alta. Foi por esse motivo que no passado dia 1 de fevereiro se celebrou o Dia Internacional da Leitura em Voz Alta, assinalado pelo PNL2027, ao qual as bibliotecas escolares e os alunos e professores das turmas de 5º ano do AE Afonso de Paiva se associaram. Ler em voz alta ajuda ao desenvolvimento da linguagem, aumenta a capacidade de concentração e facilita a compreensão da história, criando uma ligação com o leitor. Ler em voz alta é um momento único de partilha e convívio.

Dia Mundial da Leitura em Voz Alta

E foi durante a semana de 3 a 7 de fevereiro que os cerca de centena e meia de alunos de 5º ano e os seus professores de português, desafiados pela professora bibliotecária no âmbito do projeto “ler+ na biblioteca”, celebraram a leitura em voz alta, apresentando as suas leituras na biblioteca escolar, partindo de livros/ textos que escolheram. Foram momentos de leitura muito prazerosos, que revelaram a entrega de alunos e docentes a 100% naquele momento!

A Professora Bibliotecária Carla Manuela Nunes espera “desta forma e com mais esta iniciativa das Bibliotecas Escolares, em colaboração com os Professores de Português do AE Afonso de Paiva, continuar a contribuir não só para a promoção da leitura e fruição leitora, mas também para o desenvolvimento da autoestima e capacidade para empatia”, criando também memórias felizes da escola e da biblioteca!

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Alunos do AE Afonso de Paiva apurados para a Fase Intermunicipal

AE Afonso de Paiva | CNL – Fase Municipal 2020

Dando continuidade ao trabalho de promoção da leitura desenvolvido no Agrupamento, as Bibliotecas Escolares e os Docentes de 1º Ciclo e de Português do AE Afonso de Paiva, promoveram novamente o Concurso Nacional de Leitura. A professora bibliotecária Carla Nunes reforça que “através da leitura realizada com prazer, é possível desenvolver a imaginação, desenvolvendo a escuta lenta, enriquecendo o vocabulário, envolvendo linguagens diferenciadas. Através dos livros e das histórias descobrimos e aprendemos culturas, histórias e hábitos diferentes, compreendemos a realidade, o sentido real das ideias, vivências e sonhos”.

Na fase escolar, a primeira das quatro fases, decorrida em janeiro, aproximadamente sete dezenas de alunos do 1º ciclo (3º anos) e uma centena do 2º ciclo (5º e 6 anos) do AE Afonso de Paiva participaram mais um ano neste concurso de leitura que é já presença habitual nas atividades promovidas pelas bibliotecas escolares do agrupamento. Foram realizadas provas, com recurso à gamificação, utilizando a aplicação Kahoot, e os Tablet das bibliotecas, sobre os livros escolhidos para leitura, a saber: “A árvore dos rebuçados” de Rosário Alçada Araújo (1º ciclo) e “Escola das Artes 1- A União faz a Força” de Sara Rodi (2º ciclo), havendo ainda lugar a leituras expressivas em voz alta para atribuição de lugares. Desta fase foram apurados, com distinção, oito alunos, quatro de cada ciclo, para representarem o agrupamento na fase municipal designadamente:

Categoria 1º ciclo:

Alexandre dos Santos (EB S. Tiago)

Alícia Rebordão (EB Mina)

Dinis Araújo (EB Afonso de Paiva)

Mafalda Domingues (EB Afonso de Paiva)

Categoria 2º ciclo:

Lara Neves (EB Afonso de Paiva)

Laura Nogueira (EB Afonso de Paiva)

Luís Gama (EB Afonso de Paiva)

Matilde Lourenço (EB Afonso de Paiva)

Todos tiveram magníficas e valiosas participações, muito honrando e dignificando o Agrupamento Afonso de Paiva na segunda fase, decorrida no dia 5 de fevereiro na biblioteca municipal de Castelo Branco e foram dois os alunos que venceram e passaram à fase seguinte, a intermunicipal, em representação do município de Castelo Branco, ambos na categoria 2º ciclo, no próximo dia 22 de abril, também na biblioteca municipal da cidade. Foram eles: Laura Nogueira e Luís Gama. Parabéns a eles e a todos os nossos pequenos grandes leitores!

Nesta 14ª edição, o Concurso Nacional de Leitura (CNL), iniciativa da responsabilidade do PNL2027 à qual a RBE se associa, tem como destinatários os alunos dos 1.º,2.º, 3.º ciclos do ensino básico e alunos do ensino secundário do Continente e das Regiões Autónomas dos Açores (RAA) e da Madeira (RAM), das redes pública e privada e escolas portuguesas no estrangeiro que a ele aderirem, mantendo o objetivo central de estimular o gosto e o prazer de ler para melhorar o domínio da língua portuguesa, a compreensão leitora e os hábitos de leitura.

AE Afonso de Paiva | CNL – Fase Municipal 2020

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bannersophia

(clicar na imagem para aceder)

 

Fontes: bibliobeiriz | pnl2027

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cnl

Concurso Nacional de Leitura | 13.ª edição – Fase Escolar 2019
Afonso de Paiva com participação no 1º, 2º e 3º ciclos

O objetivo central do Concurso Nacional de Leitura (CNL) é estimular o gosto e os hábitos de leitura e melhorar a compreensão leitora. A iniciativa tem como destinatários alunos dos 1.º,2.º, 3.º ciclos do ensino básico e alunos do ensino secundário, cabendo ao Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL2027) a iniciativa e o desenvolvimento do CNL, ao longo de quatro fases consecutivas:

A fase escolar engloba as provas nas escolas/ agrupamentos, em trabalho colaborativo e articulado entre docentes do 1º ciclo e de português dos 2º e 3º ciclos e bibliotecas escolares. No agrupamento Afonso de Paiva, a prova escolar decorrerá no próximo dia 12 de dezembro. As obras selecionadas para esta primeira fase são:
1º ciclo – “A caixa de saudades” de Rosário Alçada Araújo
2º ciclo – “O dragão” de Luísa Ducla Soares e “Ali Babá e os quarenta ladrões” com adaptação de António Pescada, 5º e 6º ano respetivamente
3º ciclo – “Dentes de Rato” de Agustina Bessa-Luís, “mar me quer” de Mia Couto e “O velho que lia romances de amor” de Luís Sepúlveda
Desta fase são apurados 2 finalistas por ciclo que irão representar o agrupamento na fase municipal, a decorrer entre 11 de janeiro e 25 de fevereiro de 2019, na biblioteca municipal de Castelo Branco.

 

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cartaz.diadabibliotecaescolar.22.10.2018

Mensagem da Dra. Teresa Calçada

(Comissária do Plano Nacional de Leitura 2027)

 

O Plano Nacional de Leitura 2027 felicita as Bibliotecas Escolares portuguesas pelo seu trabalho diário de formação de leitores.

A biblioteca escolar destaca-se pela sua centralidade física e simbólica, constitui-se como um espaço físico e digital aberto, onde todos são bem-vindos, incrementando a ideia de uma cultura de leitura e escrita nas escolas.

Aprender a ler e ler para aprender são processos fundadores indissociáveis da ideia de educação. É necessário que na escola se leia de todas as maneiras, de forma autónoma e orientada, individualmente, a par e em grupo, em voz alta e silenciosamente, de forma extensiva e intensiva, sempre e em todo o lado, para aprender a manejar a informação de forma ética e crítica, estruturar o conhecimento, melhorar a aprendizagem e aumentar o sucesso educativo.

Com o objetivo de dar resposta a esta necessidade, o Plano Nacional de Leitura e as bibliotecas escolares juntam esforços para, colaborativamente, promoverem:

– a inclusão de períodos diários para a prática individual da leitura pelos alunos, com a iniciativa “10 minutos a ler”;

– a gestão e o empréstimo às turmas de caixas com conjuntos de livros iguais para serem lidos sob a orientação do professor;

– a celebração de contratos de leitura autónoma com os alunos, tendo em conta as recomendações e as sugestões do Plano Nacional de Leitura 2027;

– o empréstimo e a circulação de livros entre a escola e a casa dos alunos para a leitura em familia;

– concursos, projetos, iniciativas várias que contribuem para fazer leitores.

  1. É essencial que existam espaços, tempos e oportunidades nas escolas para estimular o prazer de ler. A aquisição de hábitos de leitura e do prazer de ler exige uma prática regular da leitura, o envolvimento emocional e a motivação pessoal dos leitores através de um exercício livre e voluntário. O acesso facilitado a um espaço de liberdade, de leitura independente, de iniciativas diversificadas de caráter informal concorre para estimular o prazer de ler e formar leitores para a vida. Sendo também um espaço para brincar e aprender de forma recreativa, a biblioteca escolar desenvolve, através dessa diversão em grupo, as capacidades intelectuais, linguísticas e socioafetivas dos alunos.
  2. Hoje não basta saber ler. É necessário ler muito bem, independentemente do que lemos, das razões por que lemos, das linguagens, dos textos, dos meios, dos suportes e dos lugares físicos ou virtuais em que nos encontramos, e para isso é exigida uma competência muito sólida em leitura e escrita. Esta exigência de aquisição de uma nova competência leitora e de novas literacias implica repensar os ambientes e os modos de aprendizagem atuais. As bibliotecas escolares têm, neste contexto, um papel catalisador.
  3. A biblioteca escolar é um espaço de leitura funcional e informativa, autónoma, onde se descobre e se sustenta o gosto pelo saber, onde é possível ler, investigar e usar de forma livre e com segurança todo o tipo de recursos, impressos e digitais, independentemente do seu formato e da forma de acesso, presencial ouonline.
  4. Como não só de literacia verbal se faz hoje a leitura, é também possível na biblioteca desenvolver muitas outras formas multissensoriais que se combinam cada vez mais com a palavra escrita e oral, dando lugar a uma nova multialfabetização ou transalfabetização que também a biblioteca deve acolher.
  5. A escrita hoje, induzida por novos ambientes digitais e dispositivos móveis, faz-se maioritariamente em ecrãs, associando-se cada vez mais à oralidade e a outras linguagens e formas gráficas e visuais de comunicar, através do Facebook, do Youtube, do Instagram e de outras redes sociais. Por exemplo, como estratégia de motivação e pretexto para o exercício criativo da leitura e da escrita, pode recorrer-se às práticas correntes de escrita dos jovens em plataformas deFanfic, grupos de leitura e escrita no GoodReads e Wattpad, produção debooktrailers, aplicações de storytelling, etc.
  6. Hoje em dia, não só consumimos mas também produzimos informação. As bibliotecas são um espaço de produção e comunicação da imagem e da palavra, onde é possível aprender a trabalhar com tecnologias, plataformas e ferramentas digitais para a criação, a representação e a partilha da informação e do saber, independentemente da sua natureza, suporte ou formato.
  7. A leitura é uma atividade social e as bibliotecas, um espaço público comunitário de encontro, empatia e inclusão, onde é possível socializarmo-nos e abrirmo-nos a outros olhares, realidades e modos de viver, ler e sentir.
  8. As bibliotecas escolares são, igualmente, um espaço performativo de fruição estética e expressão cultural, onde se pode participar em atividades festivas, eventos artísticos e experiências vivas de leitura explorando a dimensão ostensiva, cénica e pragmática da leitura e dos textos

Aos professores bibliotecários, aos coordenadores interconcelhios, aos docentes e a todos aqueles que, todos os dias, constroem leitores nas e com as bibliotecas escolares, uma saudação especial no Dia das Bibliotecas Escolares.

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No passado dia 11 de maio a Casa da Cultura de Oleiros acolheu a Fase Intermunicipal da 12ª edição do Concurso Nacional de Leitura (CNL), animadamente conduzida pelo conhecido e muito apreciado narrador, contador de histórias e humorista Jorge Serafim, onde estiveram presentes os alunos apurados do 1º, 2º, 3º ciclo e do Ensino Secundário dos Agrupamentos de Escolas albicastrenses. Os alunos participantes realizaram uma prova escrita a partir de obras previamente selecionadas pelo júri desta fase, designadamente: “A Lenda do Viajante que Não Podia Parar” de Concha López Narváez” (1º ciclo); ” A história do Senhor Sommer” de Patrick Süskind (2º ciclo); “A Ordem do Poço do Inferno” de Nuno Matos Valente (3º ciclo) e “A Viagem do Elefante” de José Saramago (Ensino Secundário), seguindo-se uma leitura expressiva em voz alta de um poema previamente escolhido e uma apresentação oral da obra, com argumentos muito eloquentes e convincentes por parte de todos os participantes, que demonstraram enquanto leitores confiantes e entusiasmados, as razões pelas quais tudo muda quando lemos e que a prática literária requer um ingrediente indispensável: o prazer. A tarde foi ainda marcada com a presença de uns “renascidos” escritores portugueses – Luís Vaz de Camões, Fernando Pessoa, Eça de Queirós, Gil Vicente – que encantaram miúdos e graúdos com as suas rábulas, em leituras performativas pelas ruas da vila.

Ao júri, composto por Telma Veríssimo (Casa da Cultura de Oleiros); Nuno Matos Valente (Escritor) e Sílvia Ferreira (Pé de Pano – Projectos Culturais) coube a difícil tarefa de selecionar um vencedor por cada categoria (nível de ensino) e de entre os alunos apurados que irão representar a CIM (Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa) na Fase Final desta edição do CNL, a decorrer em junho, estão dois alunos do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva: o aluno Diogo Carrola do 9º2 que ficou em terceiro lugar, sendo suplente para a fase nacional na categoria do 3º ciclo e a aluna Maria Inês Roque do 6º2 com o primeiro lugar na categoria do 2º ciclo, sendo finalista para a fase nacional. Estão ambos de parabéns pela belíssima participação nesta fase e pelos magníficos resultados obtidos! Os alunos em 1º, 2º e 3º lugar, nas 4 categorias, receberam um Certificado de Participação e, respetivamente, um tablet, um gaming board e um power bank, acompanhados de alguns brindes, ofertas da Câmara Municipal de Oleiros.

 

“Esta foi mais uma grande festa dos livros e dos leitores, numa demonstração da leitura enquanto atividade prazerosa. A cada novo livro, uma nova porta se abre e um livro leva a outro, e novos caminhos, novas ideias e novos mundos se abrem”, refere Carla Nunes, professora bibliotecária do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva, acrescentando que “E isso significa, na sua forma mais simples, que cabe aos professores e mediadores encontrar livros de que eles gostem, dar-lhes acesso a esses livros e deixar que eles os leiam. E haverá melhor lugar para que elas leiam do que as nossas bibliotecas?”

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No dia 18 de abril a Biblioteca Municipal de Castelo Branco acolheu a Fase Municipal da 12ª edição do Concurso Nacional de Leitura. Participaram aproximadamente 4 dezenas de alunos do 1º, 2º, 3º ciclo e do Ensino Secundário dos Agrupamentos de Escolas do concelho de Castelo Branco. Os alunos participantes realizaram uma prova escrita seguida de uma prova oral, a partir de obras previamente selecionadas pelo júri, designadamente: “O soldadinho de chumbo”, de Hans Christian Andersen (1º ciclo); “O livro que falava com o vento e outros contos”, de José Jorge Letria (2º ciclo); “O caso do beco das sardinheiras”, de Mário de Carvalho (3º ciclo) e “O velho que lia romances de amor”, de Luís Sepúlveda (Ensino Secundário).

Ao júri, composto por Cláudia Cravo Jorge (Biblioteca Municipal); Pedro Rafael Gomes (coordenador interconcelhia da Rede de Bibliotecas Escolares) e Margarida Morgado (Professora na Escola Superior de Educação de Castelo Branco) coube a difícil tarefa de selecionar um vencedor por cada categoria (nível de ensino). De entre os alunos apurados que irão representar o município de Castelo Branco na Fase Intermunicipal que se realizará a 11 de maio na Biblioteca Municipal de Oleiros, o aluno Diogo Carrola do 9º2 do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva é o vencedor na categoria do 3º ciclo, cabendo ainda à aluna Maria Inês Roque do 6º2 o lugar de suplente na categoria do 2º ciclo.

CNL.18.04.2018

Todos os participantes receberam brindes e um Certificado de Participação e os vencedores um Diploma e um cheque vale em livros na Livraria A Mar Arte. A complementar esta iniciativa e num momento de narração de histórias esteve presente a sempre luminosa contadora de histórias Clara Haddad que encantou miúdos e graúdos.

A professora bibliotecária Carla Nunes destaca mais uma vez “a relevância deste concurso, este ano e pela primeira vez englobando todos os níveis de ensino, reforçando o propósito de dar a esta celebração da leitura e da expressão um caráter mais universal e significativo, demonstrando, em imagens e momentos de que são feitos estes concursos, o verdadeiro prazer de ler”, parabenizando expressivamente todos os participantes.

Aqui ficam alguns momentos:

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