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Archive for the ‘Literacia da Informação’ Category

RED – Especial Coronavírus

“Neste quadro de alteração substancial da vida social, com fortes implicações no quotidiano da escola, colocada perante a necessidade de repensar, num tempo célere, novas formas e metodologias de trabalho, cumpre à Biblioteca Escolar (BE) recentrar e projetar os seus serviços e as suas atividades em função dos novos contextos em que se movem, hoje, as comunidades escolar e educativa. A BE deve, assim, responder às atuais exigências dos seus utilizadores e redirecionar a sua ação para a criação de serviços capazes de apoiar as novas formas de trabalho. Fisicamente não podemos ajudar, mas à distância de um clique sim. Podemos apoiar e colaborar on-line!” (blogue RBE)

Desta forma, a Professora Bibliotecária continua a desenvolver um conjunto organizado de serviços e recursos digitais on-line (em linha) das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva, capazes de apoiar pais e encarregados de educação, alunos e docentes, num apoio com eficácia às atividades letivas e de enriquecimento curricular que se desenvolvam à distância, e, em paralelo, adaptar o plano de atividades das bibliotecas para que a ação no domínio do apoio à leitura, às literacias e às atividades de caráter livre, em articulação com as famílias, se processe com normalidade.

Publicamos hoje o desses recursos educativos digitais: RED – Especial Coronavírus, que organizámos num mural, com recurso à ferramenta padlet, para melhor pesquisa e utilização. Este mural estará, como os que se seguirão, em permanente atualização.

Made with Padlet

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Os Guardiões da Água

Sob o mote da água e dando continuidade ao projeto pedagógico das turmas de 4º ano da EB Afonso de Paiva, inserido no Ping Plop – Plano Municipal de Educação para a Sustentabilidade Ambiental dos Serviços Municipalizados de Castelo Branco, articulado com os domínios de Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável em Educação para a Cidadania, os nossos Guardiões, orientados pelas professoras Paula Tomás e Teresa Henriques, produziram umas maquetes explicativas do Ciclo da Água, com recurso a materiais reciclados. Esta mostra encontra-se patente na entrada principal da EB Afonso de Paiva e pode ser visitada até ao fim de fevereiro.

Mas os nossos guardiões não têm parado e para além destas maquetes também produziram umas magníficas adaptações em banda desenhada do 1º capítulo do livro “A Gota de Orvalho Que Queria Ser Pingo de Chuva” de José Dias Pires, coordenador deste projeto, que podem ser vistas em suporte digital na plataforma calaméo das Bibliotecas Escolares do Agrupamento Afonso de Paiva ou em vídeo no canal youtube das Bibliotecas e na página e facebook do Agrupamento. Entretanto e em resposta aos desafios lançados pelo projeto, elaboraram em grupo/ núcleo por turma, belíssimas propostas de logótipos (Desafio 1). Foi difícil a escolha, mas escolheram bem! Cada EVA – Equipa de Vigilantes Ambientais – terá a partir de agora a sua imagem de marca. Os logótipos e as bandas desenhadas irão estar em exposição na Biblioteca Escolar Afonso de Paiva na primeira semana de março. Seguindo o Desafio 3, cada turma construiu várias regras para cuidar da água na escola (e ainda não foram eleitas as melhores! Mais uma votação difícil!) e em articulação com as professoras de inglês, foram também escritas em inglês. As regras para poupar água e a frase “Água é vida” farão parte integrante dos seus disfarces de Carnaval, este ano, claro, como soberanos Guardiões da Água!

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Alexandre Duarte, aluno do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva, é o mais recente jovem consultor da reconhecida publicação juvenil Revista VISÃO Júnior, a única revista mensal portuguesa de informação dirigida a crianças e jovens entre os 6 e 14 anos. E é com imenso agrado e num gesto de reconhecimento e também como exemplo de motivação para outros, que aqui damos conta e registamos este facto. Por isso, parabéns Alexandre pela iniciativa e conta sempre com a biblioteca escolar! Estamos sempre à espera de ouvir e ler as tuas opiniões e sugestões! 

O Alexandre conta-nos agora como tudo aconteceu:

Tudo começou no início do verão de 2018. Como para todos os adolescentes, o verão é a melhor época do ano de férias, de saídas com os amigos, de tardes inteiras a jogar ou a fazer alguma coisa de que gostamos muito, mas acabamos sempre por nos fartar e temos a necessidade de ler alguma revista ou livro. Então, lembrei-me da revista visão júnior, para adolescentes e crianças, com temas do dia a dia, acontecimentos importantes, notícias entusiasmantes, passatempos, assuntos para expressarmos a nossa opinião e, por isso, tornei-me assinante da revista mensal VISÃO Júnior. Entretanto e num certo mês, a revista estava à procura de jovens para serem consultores da revista e enviei um e-mail a propor a minha candidatura. E eis que, passado um mês, recebo a confirmação e torno-me consultor da revista. Fiquei muito orgulhoso e vou para sempre recordar a minha primeira “profissão” de consultor. Desde então e todos os meses, a revista contacta-me a pedir a minha opinião, enquanto consultor, sobre a imagem da capa e conteúdos da revista. Sou sempre sincero e honesto nas respostas e opiniões que dou. Tem sido uma experiência bastante gratificante, motivadora e interessante. Que venham as próximas!

A todos os outros alunos, a Professora Bibliotecária Carla Nunes deixa o desafio: Queres ser consultor da VISÃO Júnior? Fica atento à revista na nossa biblioteca escolar, em suporte papel ou digital, pois a VISÃO Júnior lança anualmente o desafio a pessoas entre os 7 e os 15 anos que queiram ajudar a fazer a revista e só tens de ver e ler a VISÃO Júnior, dar a tua opinião sobre os artigos que vão publicando, responder às perguntas, sempre sobre a revista ou o sítio da VISÃO Júnior na internet, que vão fazendo e enviar sugestões de temas que achas importante que a revista trate. E também criticar, para ajudar a melhorar!

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AE Afonso de Paiva assinala Dia Internacional dos Direitos Humanos

A Maior Lição do Mundo | Turma 4AP

O Dia Internacional dos Direitos Humanos é celebrado anualmente a 10 de dezembro, data escolhida para honrar o dia – 10 de dezembro de 1948 – em que a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou a Declaração Universal dos Direitos do Homem. Esta declaração foi assinada por 58 estados e teve como objetivo promover a paz e a preservação da humanidade após os conflitos da 2ª Guerra Mundial que vitimaram milhões de pessoas. Este dia é um dos pontos altos na agenda das Nações Unidas, decorrendo várias iniciativas a nível mundial de promoção e defesa dos direitos do homem, sendo o dia igualmente marcado pela entrega do Prémio Nobel da Paz.

Numa atividade promovida pelas Bibliotecas Escolares, em colaboração com a Equipa de Cidadania e Desenvolvimento e com o departamento do pré-escolar, do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva, a celebração da data visou cerca de centena e meia de alunos das turmas de 7º ano e vinte e cinco alunos da turma 4AP de 3º ano, dando continuidade à aula “A Maior Lição do Mundo” da UNICEF, que acontece com esta turma desde 2017.2018. O objetivo primordial desta atividade, nas suas múltiplas ações, foi dar a conhecer e discutir os direitos humanos, homenagear o empenho e dedicação de todos os cidadãos defensores dos direitos humanos, destacando principalmente o papel dos jovens em dar vida e voz aos direitos humanos, alertando para todos os tipos de discriminação no mundo e procurando promover a justiça e igualdade entre todos os cidadãos. As Bibliotecas Escolares Afonso de Paiva assumem assim o compromisso de fomentar a cidadania (direitos humanos – domínio do 1º grupo) integrado no desenvolvimento de ações que promovam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), as metas globais que podem mudar o mundo, da Agenda 2030 da ONU – Nações Unidas (erradicação da pobreza, fome zero, saúde e bem-estar, igualdade de género, educação de qualidade, redução das desigualdades, paz, justiça e instituições fortes, entre outros), promovendo uma cidadania global ativa e uma maior consciencialização do papel de cada um na construção de um mundo mais igual, mais seguro, mais saudável e mais sustentável.

Os alunos de 7º ano participaram em duas oficinas temáticas digitais no auditório, orientadas pelo coordenador interconcelhio das bibliotecas escolares, Pedro Gomes, onde após visionamento de um vídeo da Organização Unidos pelos Direitos Humanos: “A História dos Direitos Humanos” e discussão de ideias, que teve como mote “O que são e quais são os Direitos Humanos” realizaram um questionário em linha e vários jogos e construíram nuvens de palavras alusivas aos Direitos Humanos, escritas por cada aluno, com recurso a algumas aplicações digitais (mentimeter, kahoot, padlet, wordle), utilizando os smartphones.

Os alunos de 3º ano participaram na biblioteca na “Maior Lição do Mundo”, no tempo de aula de educação para a cidadania, numa sessão sobre a importância dos direitos na criança na concretização dos ODS, orientada pela professora bibliotecária, Carla Manuela Nunes, que se iniciou com a narração dramatizada em voz alta do texto “Os Direitos da Criança” por Matilde Rosa Araújo. Seguidamente visionaram o vídeo da UNICEF: “Direitos com a Rita e o João”, seguido de um Quiz on-line sobre os direitos da criança, com recurso à app Kahoot nos tablets. Foram ainda realizadas duas nuvens de palavras sobre o tema, com a aplicação wordart: uma no início e outra no fim para sistematizar conhecimentos adquiridos. No final foi distribuído um modelo de origami para os alunos construírem o seu “Quantos Queres?” dos Direitos da Criança.

A atividade contou ainda com três exposições alusivas, patentes na EB Afonso de Paiva. Uma exposição de trabalhos de todos os alunos do pré-escolar, envolvendo cerca de cento e vinte alunos dos quatro jardins-de-infância do agrupamento, com painéis subordinados ao tema “Direitos das Crianças”; Outra de “Banda Desenhada dos Direitos Humanos”, com painéis compostos por trabalhos realizados por alunos de todo o país, inserida no concurso promovido pela Rede de Bibliotecas Escolares, no âmbito das comemorações dos 70 anos (em 2018) da Declaração Universal dos Direitos Humanos e dos 40 anos da adesão de Portugal à Convenção Europeia dos Direitos Humanos; Uma última, “Portas com Direitos”, com a exposição de cartazes ilustrados com os 30 artigos da Declaração Universal de Direitos Humanos da AMNISTIA Internacional Portugal, um em cada porta de cada sala de aula da EB Afonso de Paiva.

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O Clube de Leitur@s da Biblioteca Escolar Afonso de Paiva iniciou um novo capítulo na sua viagem pelo mundo das letras, dos livros e da leitura. A professora bibliotecária, Carla Nunes, propôs aos alunos do clube um Roteiro de Leitur@s pelas diferentes estruturas e espaços culturais do concelho albicastrense, tendo como objetivo principal a valorização do património local e regional, pelo conhecimento e interpretação das suas diferentes estruturas e espaços culturais, assim como dos múltiplos escritores, pintores, artesãos, escultores, entre outros, naturais da cidade.

E o primeiro capítulo foi dedicado à Casa da Memória Judaica em Castelo Branco, situada na rua das Olarias. No dia 3 de maio, os alunos do clube visitaram este novo espaço museológico, dividido em diferentes áreas e que pretende retratar a presença judaica na cidade, bem como distinguir algumas personalidades como o patrono do nosso Agrupamento, Afonso de Paiva, entre outros. O espaço pretende valorizar a presença judaica na cidade e acolhe a história da fundação da judiaria de Castelo Branco, os rituais, a inquisição e a memória de grandes judeus albicastrenses.

 

casadamemoriajudaica

 

Para o Clube de Leitur@s ficou clara a importância desta nova estrutura que para além de mostrar uma parte importante da história albicastrense, apresentando a zona antiga da cidade, os portados quinhentistas e a presença da memória judaica, é possível ainda observar uma maquete de Castelo Branco quinhentista e a sua ligação aos portados, bem como artefactos ligados aos judeus. Os alunos puderam ainda assistir em vídeo a uma peça de teatro que conta a história de Maria Gomes, presa em 1636 pela Inquisição quando tinha 115 anos de idade, sendo considerada a mais idosa vítima que se conheceu daquele tribunal, que depois de dois anos de interrogatório e de tortura acabou por ser queimada em auto-de-fé, já com 117 anos. A Educadora Maria da Luz Lopes, da equipa da biblioteca, contou ao clube, na primeira pessoa, um pouco desta história, por ela representada e encenada na peça “Lamento e Testamento de Maria Gomes”, num texto de José Dias Pires. Houve ainda tempo para percorrerem um “túnel escuro” onde são retratados a inquisição e a tortura, bem como um painel onde surgem evidenciados os nomes dos judeus albicastrenses que a inquisição condenou, sendo possível através de um sistema virtual saber informações sobre cada uma dessas pessoas.

Brevemente, o Clube de Leitur@s apresentará novos capítulos deste Roteiro de Leitur@s pela cidade de Castelo Branco, em mais uma iniciativa da Biblioteca Escolar Afonso de Paiva, procurando disseminar o conhecimento, valorizando e divulgando o património cultural local e regional, na tentativa de assegurar a transmissão de uma herança, cuja continuidade e enriquecimento unirá as gerações num percurso civilizacional singular.

 

 

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A Revolução de 25 de Abril, também referida como Revolução dos Cravos, refere-se a um período da história de Portugal resultante de um movimento social, ocorrido a 25 de abril de 1974, que depôs o regime ditatorial do Estado Novo, vigente desde 1933 e iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático e com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de abril de 1976, o mesmo dia das primeiras eleições legislativas da nova República. Na sequência destes eventos foi instituído em Portugal um feriado nacional no dia 25 de Abril, denominado como “Dia da Liberdade”.

E para assinalar este marco histórico nacional, a Biblioteca Escolar em estreita articulação e colaboração com os Professores de História e Geografia de Portugal (HGP) e de Educação Visual e Tecnológica (EVT) do 2º ciclo, realizaram uma exposição de trabalhos no átrio principal da escola básica Afonso de Paiva, onde toda a comunidade educativa pôde apreciar uma coleção de cartazes alusivos ao 25 de Abril, fruto de um concurso proposto aos alunos, bem como uma amostra de artefactos e cravos vermelhos, construídos pelos alunos em Oficina de Artes e nas aulas de EVT.

Os alunos das seis turmas de 5º ano, num total aproximado de 150 alunos assistiram ainda a sessões de animação e mediação leitura, promovidas pela Professora Bibliotecária, sob o mote “A revolução das letras”. As sessões, desenhadas a partir do livro de Vergílio Alberto Vieira, consistiram numa mostra bibliográfica de títulos em diferentes suportes existentes na biblioteca escolar, alusivos a esta temática, seguindo-se uma leitura expressiva dramatizada em StoryBook Theater do livro “A revolução das letras”, finalizando com um animado jogo de caça ao erro, a partir de 2 imagens das primeiras eleições livres em Portugal após o 25 de Abril.

Esta foi mais uma atividade no âmbito da leitura e das literacias promovida colaborativa e articuladamente pela biblioteca, proporcionando aos alunos que vivenciem pela literatura situações reais, participando nelas ativamente, mobilizando conhecimentos e desenvolvendo as suas aprendizagens, permitindo ainda que percebam a função social que a leitura ocupa na vida humana. Noutras palavras, a literatura deve fazer parte da vida da criança, sendo premente e fundamental que esse processo seja iniciado, desenvolvido e aprofundado na escola, de forma provocada, intencional, em que as situações de contacto com a literatura sejam criadoras de novas necessidades de ler, de conhecer, de expressão e de prazer por meio da relação dialógica que se estabelece com os livros e com a leitura, sendo este um dos primeiros e principais objetivos da biblioteca escolar.

 

 

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ensina_rtp_presidentesdarepublica

A primeira República não teve uma vida fácil, com mais de 40 governos nomeados em cerca de 16 anos. De resto, assistiu-se a um pouco de tudo, com Portugal a mostrar que não era um país de brandos costumes.

Manuel de Arriaga (1840 – 1917) foi o primeiro Presidente da República eleito. Podes ver e saber mais nos documentários do Dossiê Os Presidentes da República que contam toda a história dos Presidentes da República e dos principais factos políticos e sociais passados em Portugal do início do século XX desde Manuel de Arriaga até Cavaco Silva e também na cronologia presidentes no portal Ensina RTP.

Conhece mais da história da República através dos seus presidentes, desde 1910 até à atualidade em Ensina RTP.

 

 

Fontes: bibliobeiriz // ensina rtp

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