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Archive for the ‘Liberdade’ Category

A Revolução de 25 de Abril, também referida como Revolução dos Cravos, refere-se a um período da história de Portugal resultante de um movimento social, ocorrido a 25 de abril de 1974, que depôs o regime ditatorial do Estado Novo, vigente desde 1933 e iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático e com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de abril de 1976, o mesmo dia das primeiras eleições legislativas da nova República. Na sequência destes eventos foi instituído em Portugal um feriado nacional no dia 25 de Abril, denominado como “Dia da Liberdade”.

E para assinalar este marco histórico nacional, a Biblioteca Escolar em estreita articulação e colaboração com os Professores de História e Geografia de Portugal (HGP) e de Educação Visual e Tecnológica (EVT) do 2º ciclo, realizaram uma exposição de trabalhos no átrio principal da escola básica Afonso de Paiva, onde toda a comunidade educativa pôde apreciar uma coleção de cartazes alusivos ao 25 de Abril, fruto de um concurso proposto aos alunos, bem como uma amostra de artefactos e cravos vermelhos, construídos pelos alunos em Oficina de Artes e nas aulas de EVT.

Os alunos das seis turmas de 5º ano, num total aproximado de 150 alunos assistiram ainda a sessões de animação e mediação leitura, promovidas pela Professora Bibliotecária, sob o mote “A revolução das letras”. As sessões, desenhadas a partir do livro de Vergílio Alberto Vieira, consistiram numa mostra bibliográfica de títulos em diferentes suportes existentes na biblioteca escolar, alusivos a esta temática, seguindo-se uma leitura expressiva dramatizada em StoryBook Theater do livro “A revolução das letras”, finalizando com um animado jogo de caça ao erro, a partir de 2 imagens das primeiras eleições livres em Portugal após o 25 de Abril.

Esta foi mais uma atividade no âmbito da leitura e das literacias promovida colaborativa e articuladamente pela biblioteca, proporcionando aos alunos que vivenciem pela literatura situações reais, participando nelas ativamente, mobilizando conhecimentos e desenvolvendo as suas aprendizagens, permitindo ainda que percebam a função social que a leitura ocupa na vida humana. Noutras palavras, a literatura deve fazer parte da vida da criança, sendo premente e fundamental que esse processo seja iniciado, desenvolvido e aprofundado na escola, de forma provocada, intencional, em que as situações de contacto com a literatura sejam criadoras de novas necessidades de ler, de conhecer, de expressão e de prazer por meio da relação dialógica que se estabelece com os livros e com a leitura, sendo este um dos primeiros e principais objetivos da biblioteca escolar.

 

 

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Termina já esta sexta-feira, dia 18 de dezembro, o prazo de participação no Concurso Liberdade de Expressão e Redes Sociais, um projeto da SIC Esperança em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares que, este ano, conta também com o apoio da Porto Editora.

 

 

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O tema a trabalhar pelos alunos que queiram participar nesta edição do concurso – alunos maiores de 13 anos, do 3.º ciclo e do secundário – é o “Cyberbullying“. A abordagem pode ser feita de diferentes ângulos, de acordo com o Regulamento e Ficha Técnica, apresentada em um de vários formatos à escolha – textos, vídeos, podcasts, fotografias, desenhos ou animações.

 

A participação não exige inscrição prévia, apenas o envio dos trabalhos candidatos para a SIC Esperança, até ao dia 18 de dezembro de 2015.

 

Podes saber mais e ainda consultar os materiais do concurso na página da RBE.

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(Alex Gozblau)

Poema de Abril

A farda dos homens
voltou a ser pele
(porque a vocação
de tudo o que é vivo
é voltar às fontes).
Foi este o prodígio
do povo ultrajado,
do povo banido
que trouxe das trevas
pedaços de sol.

Foi este o prodígio
de um dia de Abril,
que fez das mordaças
bandeiras ao alto,
arrancou as grades,
libertou os pulsos,
e mostrou aos presos
que graças a eles
a farda dos homens
voltou a ser pele.

Ficou a herança
de erros e buracos
nas árduas ladeiras
a serem subidas
com os pés descalços,
mas no sofrimento
a farda dos homens
voltou a ser pele
e das baionetas
irromperam flores.

Minha pátria linda
de cabelos soltos
correndo no vento,
sinto um arrepio
de areia e de mar
ao ver-te feliz.
Com as mãos vazias
vamos trabalhar,
a farda dos homens
voltou a ser pele.

(Sidónio Muralha)

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Pegada-de-papel

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