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Archive for the ‘Efemérides’ Category

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Hoje, 1 de junho, assinala-se o Dia Internacional da Criança e no Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva não há aulas – declarámos o Dia da Criança como o Dia do Agrupamento e, por entre muitas outras atividades, é claro que não podiam faltar muitas histórias fantásticas, contos populares e rimas de encantar nas nossas bibliotecas escolares. UMA ABADA DE HISTÓRIAS lidas, contadas e cantadas pelas vozes da educadora Maria da Luz Lopes e da professora Carla Nunes da equipa das bibliotecas escolares.

Relembramos que este Dia foi criado em 1950, alguns anos após o fim da II Guerra Mundial, para sensibilizar a comunidade internacional para os problemas que atingiam tantas crianças no mundo. Num cenário de flagelo em termos sociais e humanitários, a Federação Democrática Internacional das Mulheres e a ONU quiseram defender as crianças dessa destruição.

Este é um dia que que não queremos deixar de assinalar e relembrar enquanto existirem no mundo crianças a quem são negados os direitos e os cuidados mais básicos – amor, saúde e segurança.

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22 de maio | Dia do Autor Português

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Fonte da imagem: incm

 

O Dia do Autor Português, instituído há 35 anos, reconhece a importância do autor das mais variadas áreas artísticas. Homenageia quem ajuda a sonhar, quem transmite emoções, quem enriquece a nossa cultura e aumenta os nossos conhecimentos.

É, pois, deveras importante que a criança, desde o jardim de infância, esteja em contacto com histórias e autores portugueses, pois partilham a mesma língua, a mesma cultura. E temos excelentes autores e livros maravilhosos.

São os autores portugueses que podem interagir com eles em encontros, demonstrando-lhes que a pessoa que escreveu determinada história é alguém com quem podem falar, e até tocar, e esse é um fator crucial para a criança começar a ter uma relação especial com os livros e mais tarde vir a descobrir o prazer da leitura.

Os educadores de infância são muito importantes na medida em que estão a ajudar a desenvolver a personalidade da criança, a pensar, a brincar, a sonhar, a interagir com os outros, e preparam- nos para a fase seguinte: a escola.

Na minha infância nunca tive ninguém que me lesse uma história nem estive em nenhum jardim de infância, e, apesar de já inventar as minhas histórias aos 3 anos, o meu contacto com os livros só se deu na escola. A partir daí tive de ler e escrever às escondidas dos meus pais, porque eles não viam isso com muito agrado, não compreendendo aquela minha necessidade de escrever e devorar todos os livros que apanhava pela frente. Por essa razão, gosto muito de conhecer os meninos dos jardins de infância e as respetivas educadoras.

Um livro para crianças deve ser divertido, emocionante, cativante e transmitir algo importante, pois é uma ferramenta essencial na formação e educação da criança, podendo incutir-lhe bons valores e ajudá-la a distinguir o bem e o mal.

Mesmo para os mais pequenitos, procuro sempre transmitir esses valores humanos e conhecimentos que estimulem a sua capacidade de raciocínio.

Como autora, sinto-me muito grata por viver um sonho que tive quando escrevi o primeiro livro aos 11 anos: escrever histórias como profissão. Um sonho concretizado que ao longo destes 23 anos me proporcionou, como escritora, visitar centenas de escolas, conhecer centenas de professores e educadores fantásticos, e contactar com milhares de crianças. A forma calorosa como sempre fui recebida e a amizade que me dedicam têm-me ajudado a crescer e a tornar-me uma pessoa melhor. Dá-me um prazer enorme escrever e receber depois o seu entusiasmo, demonstrando-me um carinho especial por saberem que escrevi para eles.

A necessidade de escrever para os mais pequenitos surgiu a pedido deles, quando acompanhavam os irmãos mais velhos, nas sessões de autógrafos das minhas coleções infantojuvenis. Apareciam- -me com livros do Noddy e da Anita para eu os autografar, e, quando eu lhes dizia que não o podia fazer, já que não tinham sido escritos por mim, olhavam-me muito ofendidos e escandalizados, perguntando-me então porque é que eu não escrevia para eles também e se eu não gostava dos meninos mais pequenos.

O Coelhinho pretende transmitir às crianças valores tão importantes como a generosidade, a solidariedade e a amizade. O tema da poupança é abordado neste livro, mostrando à criança que é uma coisa boa, desde que não se torne em avareza, porque as pessoas são muito mais importantes do que o dinheiro. O equilíbrio é um fator imprescindível em tudo.

Na minha experiência com os jardins de infância e as escolas abordo a questão de uma maneira simples. Em determinados pontos da história tento envolvê-los, fazendo duas ou três perguntas, para descobrir se apreenderam a mensagem. No final faço outras perguntas, mais fáceis ou difíceis, conforme a idade deles. A vantagem é interagir com as crianças e ajudar a divulgar esses mesmos valores, entender não só a postura deles mas também a forma como assimilam a mensagem, os conhecimentos. E tenho tido imensas surpresas com os mais pequenitos. Por vezes até fico impressionada com as respostas que eles dão, principalmente quando lhes pergunto o que pode ser considerado tesouro, sem ser dinheiro. Já tive respostas deveras inesperadas: vida, saúde, alegria, amor, felicidade, água, nuvens, Sol, estrelas e até o porquinho de estimação.

Fico sempre maravilhada com a extraordinária capacidade que eles demonstram, mesmo não sabendo ainda ler, ao captarem e compreenderem a mensagem do livro, interagindo com entusiasmo.

Por isso, queridas educadoras, não só no Dia do Autor Português, mas em todos os outros dias do ano, deixo-lhes a sugestão que lhes leiam livros de autores portugueses. Talvez se surpreendam agradavelmente e descubram que nada ficam a dever aos autores de renome internacional.

Isabel Ricardo (autora de livros infantis)

Fonte: portoeditora

 

 

Curiosidade:
O Dia do Autor Português é assinalado a 22 de maio desde 1982. Esta data foi instituída pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), numa iniciativa do maestro Nóbrega e Sousa. Este dia coincide com o aniversário da SPA que tem por missão gerir os direitos de autor bem como representar todos os autores portugueses (também os seus sucessores e cessionários) das áreas literárias e artísticas que nela estejam inscritos.

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Foi o que quisemos contar na biblioteca escolar Afonso de Paiva aos alunos da turma 3 do 6º ano, inserido na disciplina de Oferta Complementar com a diretora de turma, contando com a presença de meninos especiais do 1º, 2º e 3ºciclos, em vésperas de tão importante efeméride. A partir da “História de uma flor” de Matilde Rosa Araújo, adaptada em SPC (Símbolos Pictográficos para a Comunicação) e narrada em LGP (Língua Gestual Portuguesa) pela equipa EREBAS (Escola de Referência de Educação Bilingue de Alunos Surdos) da educação especial do agrupamento, lida ainda em voz alta pela professora bibliotecária, exploraram-se os valores de Abril, seguindo-se um infominuto explicativo, em registo vídeo, como forma de sistematização de conteúdos e ainda o visionamento de um programa de rádio, datado de 24 de abril de 1974, onde pudemos ver e ouvir o locutor da rádio Renascença responsável por uma das senhas que despoletou esta revolução.

No final houve ainda lugar a um jogo da glória interativo (em linha) sobre o tema, ao que se seguiu uma atenta observação e análise das duas exposições patentes no 1º andar da escola sede, alusivas à temática: “Mãos de Abril”, realizada pelos alunos do 6º 3 e da unidade EREBAS e uma exposição fotográfica realizada com imagens do livro “Um fotógrafo em Abril” do fotojornalista Sebastião Salgado, ambas organizadas pelas bibliotecas escolares e equipa EREBAS.

Esta foi mais uma atividade de mediação leitora realizada no âmbito do projeto “Saber Ler+: Práticas Inclusivas de Leitura”, um projeto desenvolvido de forma articulada e colaborativa entre as bibliotecas escolares e o departamento de educação especial do agrupamento Afonso de Paiva, que conta já com 4 anos, tendo como principal objetivo a criação de bibliotecas inclusivas, capazes de proporcionar oportunidades de leitura para todos, com a inovação de práticas de trabalho, assim como o enriquecimento dos currículos, o que contribuirá, acreditamos, para o desenvolvimento das competências de leitura e do relacionamento e interação social dos alunos. No final, todos souberam responder à questão: 25 de Abril, mas afinal o que foi que aconteceu nessa data? Aqui ficam as respostas:

Em 1974 nós ainda não éramos nascidos nem a grande parte dos adultos mais novos. Mas o 25 de Abril foi uma das datas mais importante para nós, porque nos permitiu ter Liberdade. A certa altura, os militares criaram o MFA (Movimento das Forças Armadas) e no dia 24 de abril de 1974 tentam derrubar o Governo. Às 5 para as 11 da noite, passa na rádio a canção “E Depois do Adeus”, de Paulo de Carvalho, a primeira senha para o início das operações do MFA e à meia-noite e vinte é passada na rádio a segunda senha “Grândola Vila Morena”, de Zeca Afonso. Uma coluna militar de tanques, comandada pelo Capitão Salgueiro Maia saía da Escola Prática de Cavalaria, de Santarém, em direção a Lisboa, onde tomaria posição junto aos ministérios no Terreiro do Paço, cercando depois o Quartel do Carmo onde se tinha refugiado o então chefe do Governo, Marcelo Caetano. Durante o dia, os populares juntaram-se aos militares e, conta-se, que a certa altura uma vendedora de flores começou a distribuir cravos e os soldados e a população enfiavam-nos nos canos das espingardas e os populares colocavam-nos ao peito. Por isso se chama ao 25 de Abril a Revolução dos Cravos.

 

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O Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de abril e pretende anualmente promover o prazer da leitura e o respeito pelos livros e pelos seus autores. Esta data foi escolhida com base na tradição catalã em que os homens oferecem neste dia às suas senhoras uma rosa vermelha de S. Jorge e recebem em troca um livro, testemunho das aventuras do cavaleiro. Em simultâneo e por coincidência, nesta data nasceu e morreu William Shakespeare, deixou-nos Cervantes e numerosos escritores famosos vieram ao mundo ou faleceram.

Nas bibliotecas escolares do AE Afonso de Paiva e como forma de assinalar a data através da promoção de iniciativas ligadas à leitura, aos livros e ao acesso à informação e ao conhecimento, poderá ser visionado (ao longo do dia) o filme de animação The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore, uma curta-metragem de animação americana de 2011 (dirigido e escrito por William Joyce e Brandon Oldenburg), vencedor do Óscar de melhor curta-metragem de animação em 2012, sendo uma verdadeira homenagem aos livros. Simultaneamente e logo a começar o dia, pelas 8.30h da manhã, todos os alunos do 1º, 2º e 3º ciclos irão assistir a esta curta de animação em contexto de sala de aula, como forma de marcar o dia. Na escola sede do agrupamento estarão dispostos códigos QR nas portas das salas e outros espaços da escola básica Afonso de Paiva que remetem para uma informação síntese sobre a data e a sua importância.

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Para a equipa das bibliotecas escolares Afonso de Paiva e S. Tiago, os livros são muito importantes para os mais novos e, muito particularmente, para os meninos do jardim-de-infância que mesmo sem saberem ler, têm por eles um amor e um fascínio imenso. Os livros são portas para a descoberta da língua que se faz arte, explorando a beleza das palavras, o mundo das formas e das cores, das sensações e das emoções. Com os livros vivem-se aventuras que de outra forma não seriam possíveis. Os livros são um importante meio de transmissão de cultura e informação e elementos fundamentais no processo educativo. Por isso, fica o conselho: leiam, sozinhos ou com os outros, partilhem histórias e memórias, aventurem-se nessa viagem que iniciamos quando se começa a ler um livro novo!

Boas leitur@s!

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No dia 2 de abril comemora-se em todo o mundo o nascimento de Hans Christian Andersen e a partir de 1967, este dia passou a ser designado por Dia Internacional do Livro Infantil, chamando-se a atenção para a importância da leitura e para o papel fundamental dos livros para a infância.

Para assinalar o Dia Internacional do Livro Infantil 2018, a DGLAB convidou a ilustradora Fátima Afonso, vencedora do Prémio Nacional de Ilustração 2017, para ser a autora da imagem do cartaz.

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A mensagem do IBBY internacional, este ano da responsabilidade da Letónia, consta de um texto – The small is big in a book – da autoria da escritora Inese Zandere, e de um cartaz do ilustrador Reinis Petersons. Na página do Livro.DGLAB encontra-se uma tradução do texto da escritora.

Fátima Afonso (Torres Novas, 1962)

Licenciada em pintura pela faculdade de Belas Artes de Lisboa, é ilustradora e professora de Artes Visuais.

A partir do ano 2000 dedicou-se à ilustração de livros para crianças, tendo já, no seu currículo, mais de 20 livros publicados. Em 2012 fez parte da seleção de ilustradores que representaram Portugal na exposição “Como as Cerejas”, apresentada na Feira do Livro Infantil de Bolonha quando Portugal foi país-tema. Em 2014, o projeto «Sonho com Asas», que viria a ser publicado como livro em 2016 pela editora Kalandraka, valeu-lhe o 2º Prémio do VII Prémio Internacional Compostela de Álbuns Ilustrados.

Em 2017, foi nomeada para o Prémio Autores SPA /RTP, na categoria de Literatura / Melhor Livro Infanto-Juvenil, com a obra Sonho com Asas, vencendo nesse ano o Prémio Nacional de Ilustração com a mesma obra.

 

Fonte: dglab

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Este mês de fevereiro, na semana de 19 a 23, como forma de assinalar o dia 14.fevereiro – Dia dos Namorados e promover a educação para os valores, celebramos a Semana dos Afetos, atividade no âmbito da iniciativa “Bibliotecas Solidárias”, da responsabilidade das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva. Irão decorrer várias atividades, desde um concurso de escrita, a sessões de animação de leitura, exposições bibliográficas, decoração alusiva e, paralelamente mais uma campanha solidária, desta vez a favor da FUNDAÇÃO DO GIL, por acreditarmos que “esta é a melhor forma de celebrar uma semana dedicada aos afetos e ao amor, pelo amor e ajuda ao próximo.”

cartaz

 

Esta é mais uma oportunidade para estimular a responsabilidade social, a solidariedade e o voluntariado entre todos os professores, assistentes e técnicos, alunos e pais do Agrupamento Afonso de Paiva, envolvendo-os numa causa social, apelando à sua preciosa contribuição para apoiar, mimar e ajudar (um bocadinho) os meninos e as meninas que vivem na Casa do Gil, Centro de Acolhimento Temporário com cuidados pós-hospitalares, para crianças em situação de risco clínico ou social.

 

A Fundação do Gil existe desde 1999 e tem como missão a promoção do bem-estar clínico, social e emocional das crianças e jovens doentes, através da criação de estruturas de apoio que lhes permitam melhorar a sua qualidade de vida, acelerar, em alguns casos, o regresso à família, e sonhar com a possibilidade de recuperar em pleno os seus projetos de vida. Desde que foi criada, a instituição tem mantido o foco de atuação em áreas de vazio social, onde quer o Estado, quer as demais instituições, não agilizaram ainda respostas, tornando-se desta forma pioneira no desenvolvimento de projectos de saúde pediátrica e reintegração social, como a Casa do Gil e o Apoio Domiciliário. Para tal, todos os contributos são bem-vindos, através da compra solidária de produtos da Fundação do Gil, sendo que as receitas das vendas revertem integralmente para a Fundação do Gil.

E porque o lugar da criança não é no hospital, apelamos e contamos com todo o apoio e contribuições da comunidade educativa para tornar melhor a vida de muitas crianças apoiadas pela Fundação do Gil.

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Sejamos solidários… Para continuarmos a ajudar quem mais precisa!

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