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Archive for the ‘Educação’ Category

Dá valor às boas Ideias, respeita as marcas e os autores é o mote deste projeto educativo. Precisamos que os nossos alunos estejam preparados para a atual sociedade de informação, para podermos viver numa sociedade sustentável e numa economia digital e circular, de forma crítica e ativa. Todos queremos viver num mundo melhor, mais seguro e responsável e para isso, os jovens precisam de compreender, enquanto consumidores, que as suas escolhas devem respeitar a propriedade intelectual (a propriedade industrial e o direito de autor) e combater a contrafação e a pirataria on-line que põem em causa os seus/ nossos direitos, a nossa segurança e até colocam em risco a nossa saúde.

O AE Afonso de Paiva acredita e valoriza o papel dos mais novos na mudança e através das suas Bibliotecas Escolares, associou-se a mais uma iniciativa da DECOJovem, com o apoio do Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia (EUIPO) e da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE): o Projeto Brain Ideas 2.0 que visa essencialmente aumentar a consciência dos alunos acerca do valor da propriedade intelectual, o valor das boas ideias e a importância de respeitar os autores, as empresas e as marcas. A Professora Bibliotecária Carla Manuela Nunes, Coordenadora deste projeto no Agrupamento, promoveu no mês de novembro, em articulação com a Equipa de Educação para a Cidadania de Escola, sessões de sensibilização, com utilização dos conteúdos e recursos educativos do projeto disponíveis na página em linha da iniciativa. A primeira turma a integrar este projeto foi a turma três do quinto ano, numa colaboração com a Professora Elisabete Casimiro, nas aulas de Educação para a Cidadania, que decorreram na Biblioteca Escolar, palco privilegiado para o desenvolvimento de aprendizagens significativas, ainda mais especificamente neste contexto de abordagem do tema da propriedade intelectual.

Promover a educação do consumidor na comunidade escolar, contribuindo para o reforço das competências enquanto consumidores informados, conscientes, responsáveis e ativos, aumentar a consciência dos alunos acerca da importância da proteção da propriedade intelectual, do ponto de vista do consumidor e do criador, o reconhecimento da influência que a mesma tem no crescimento da economia e desenvolvimento e inovação e a sensibilização dos alunos para as consequências negativas do desrespeito da propriedade intelectual e dos direitos dos autores, assim como alertar os jovens para os perigos que a pirataria e a contrafação podem trazer para a sua própria segurança e para a preservação do ambiente, são alguns dos objetivos fundamentais deste projeto.

A Professora Bibliotecária pretende ainda, no segundo e terceiro trimestres do presente ano letivo, incluir mais duas turmas neste projeto educativo, uma de sexto e outra de sétimo ano, respetivamente, mantendo o compromisso das Bibliotecas Escolares no reforço na formação de cidadãos solidários, participativos e empenhados na construção de uma sociedade mais responsável, criteriosa, inclusiva e sustentável, potenciando e estimulando o desenvolvimento de projetos educativos e atividades que reforcem a educação do consumidor na comunidade educativa.

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(Fonte: UNICEF)

Dia Universal dos Direitos da Criança assinala-se todos os anos a 20 de novembro –  um dia de ação e sensibilização mundial para todos os assuntos que afetam diretamente as crianças. É um dia para as crianças e para o seu futuro.

Este ano, neste dia, celebram-se os 30 anos da ratificação de Portugal da Convenção sobre os Direitos da Criança, o tratado de Direitos Humanos mais ratificado do mundo.

Para conhecer a situação das crianças em Portugal, a UNICEF associou-se à PORDATA, a base de dados estatísticos da Fundação Francisco Manuel dos Santos, reunindo um conjunto de factos estatísticos sobre a realidade da infância no nosso país.

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Fonte: ARS Norte (adaptado)

Começa hoje mais um novo ano, mais uma nova aventura!

Estamos todos cheios de saudades vossas e sabemos que muitas são as vossas saudades dos amigos e dos professores!

As coisas estão diferentes…vamos pedir-te para desinfetares as mãos, para te sentares com distância de segurança, vais ter intervalos mais curtos, maior distância dos professores e vais ter de usar máscara!

Também nas bibliotecas vamos ter outras regras de organização e funcionamento para poderes estar em segurança e essas vão estar afixadas à entrada de cada uma!

Será um ano um pouco diferente, certamente, como foi o final do ano anterior. Sabemos que não é fácil habituarmo-nos a tantas regras novas e mudarmos muitos dos nossos hábitos, mas sabemos também que vamos adaptar-nos muito bem e, juntos, vamos superar este desafio!


Ouve o que te dizem, cumpre o que te pedem, respeita as regras, mas não te esqueças de estudar, ler, brincar, sorrir e de te divertires!

Estamos à tua espera no sítio do costume… Na tua biblioteca!
Bom ano letivo!

A Professora Bibliotecária, Carla Manuela Nunes

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Alexandre Duarte, aluno do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva em Castelo Branco e jovem consultor da Revista Visão Júnior, escreveu um artigo de opinião acerca do coronavírus, onde coloca algumas questões e regista as suas opiniões sobre esta pandemia. Para o Alexandre “temos de meter nas nossas cabeças que, se não controlarmos este vírus o mais rapidamente possível, teremos consequências severas. E, para o fazer, devemos cumprir as ordens e os conselhos que a Direção-Geral da Saúde e a Organização Mundial da Saúde nos pedem”.

Mais um contributo do Alexandre que reflete e demonstra que os jovens estão preocupados e atentos ao que se passa no país e no mundo e que têm voz e opinião. Parabéns, Alexandre! Continua!

O artigo completo foi publicado a 31 de março e está disponível na revista de abril ou on-line em: https://visao.sapo.pt/visaojunior/textosdosleitores/2020-03-31-o-que-pensa-um-adolescente-sobre-o-coronavirus/.

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RED – Especial E@D_Professores

As Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva continuam a procurar responder às atuais exigências dos seus utilizadores, redirecionando a sua ação para a criação de serviços capazes de apoiar as novas formas de trabalho. Fisicamente não podemos ajudar, mas estamos à distância de um clique, para apoiar e colaborar on-line!

A Professora Bibliotecária continua a desenvolver um conjunto organizado de serviços e recursos digitais on-line (em linha) das Bibliotecas Escolares , capazes de apoiar pais e encarregados de educação, alunos e docentes, num apoio com eficácia às atividades letivas e de enriquecimento curricular que se desenvolvam à distância, e, em paralelo, adaptando o plano de atividades das bibliotecas para que a ação no domínio do apoio à leitura, às literacias e às atividades de caráter livre, em articulação com as famílias, se continue a processar com normalidade.

Publicamos hoje o 2º desses recursos educativos digitais, este dirigido a docentes: RED – Especial E@D_Professores, que organizámos num mural, com recurso à ferramenta padlet, para melhor pesquisa e utilização. Este mural estará, como todos os já publicados e os que se seguirão, em permanente atualização.

Cliquem na imagem para abrir. Deslizem para o lado direito e façam scroll em cada coluna para verem mais!

Made with Padlet

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Fonte: Linha de Leitura (Carlos Pinheiro)

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smartkids

Página em linha para educação infantil, livre para uso e/ou partilha, desenvolvida pela Rede Escola Digital (Brasil), com jogos, atividades, desenhos para colorir, celebrações, trabalhos escolares e vídeos

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Este mês de fevereiro, na semana de 19 a 23, como forma de assinalar o dia 14.fevereiro – Dia dos Namorados e promover a educação para os valores, celebramos a Semana dos Afetos, atividade no âmbito da iniciativa “Bibliotecas Solidárias”, da responsabilidade das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva. Irão decorrer várias atividades, desde um concurso de escrita, a sessões de animação de leitura, exposições bibliográficas, decoração alusiva e, paralelamente mais uma campanha solidária, desta vez a favor da FUNDAÇÃO DO GIL, por acreditarmos que “esta é a melhor forma de celebrar uma semana dedicada aos afetos e ao amor, pelo amor e ajuda ao próximo.”

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Esta é mais uma oportunidade para estimular a responsabilidade social, a solidariedade e o voluntariado entre todos os professores, assistentes e técnicos, alunos e pais do Agrupamento Afonso de Paiva, envolvendo-os numa causa social, apelando à sua preciosa contribuição para apoiar, mimar e ajudar (um bocadinho) os meninos e as meninas que vivem na Casa do Gil, Centro de Acolhimento Temporário com cuidados pós-hospitalares, para crianças em situação de risco clínico ou social.

 

A Fundação do Gil existe desde 1999 e tem como missão a promoção do bem-estar clínico, social e emocional das crianças e jovens doentes, através da criação de estruturas de apoio que lhes permitam melhorar a sua qualidade de vida, acelerar, em alguns casos, o regresso à família, e sonhar com a possibilidade de recuperar em pleno os seus projetos de vida. Desde que foi criada, a instituição tem mantido o foco de atuação em áreas de vazio social, onde quer o Estado, quer as demais instituições, não agilizaram ainda respostas, tornando-se desta forma pioneira no desenvolvimento de projectos de saúde pediátrica e reintegração social, como a Casa do Gil e o Apoio Domiciliário. Para tal, todos os contributos são bem-vindos, através da compra solidária de produtos da Fundação do Gil, sendo que as receitas das vendas revertem integralmente para a Fundação do Gil.

E porque o lugar da criança não é no hospital, apelamos e contamos com todo o apoio e contribuições da comunidade educativa para tornar melhor a vida de muitas crianças apoiadas pela Fundação do Gil.

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Sejamos solidários… Para continuarmos a ajudar quem mais precisa!

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O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto (27.janeiro) foi o pretexto para mais um encontro de autor promovido pelas Bibliotecas Escolares do AE Afonso de Paiva, em parceria com a Editora Asa, no passado dia 29 de janeiro, que marcou o início das atividades decorridas ao longo da semana, numa singela homenagem #paranãomaisesquecer.

À conversa com João Pinto Coelho, arquiteto, professor e o mais recente escritor português distinguido com o maior galardão literário do país, o prémio Leya 2017, atribuído ao seu romance “Os loucos da rua Mazur”, estiveram cerca de uma centena de alunos e uma dezena de professores do AE Afonso de Paiva, numa oportunidade de regressar ao cenário da Segunda Guerra Mundial pelas palavras do escritor que, fruto de talento e décadas de leituras e estudo sobre o Holocausto e investigações recentes, resultantes de duas ações do Conselho da Europa que integrou, nos levou às entranhas de Oświęcim (Auschwitz), a cidade polaca que já foi um lugar feliz, reescrita a cinzas pelos nazis na memória da Humanidade.

 

 

João Pinto Coelho registou que “mais do que respostas, o Holocausto devolve, cada vez mais, perguntas” e que por isso, não se cansa de semear dúvidas e inquietações entre mentes jovens quando vai às escolas falar do tema: “Aprendemos pouco com a História”, assinala, “Continuamos certos da nossa bondade e incapacidade de fazer coisas terríveis”, desafiando todos os presentes os presentes para olhar o Mal onde nunca o vemos: dentro de nós. O escritor captou totalmente a atenção de toda a plateia, quer pelo tema, quer pela (re)construção da tragédia, assim como os tempos paralelos que nos apresenta nos seus dois romances: “Perguntem a Sarah Gross” e “Os loucos da Rua Mazur”, um livro que nos dá a conhecer um lado diferente da Segunda Guerra Mundial, um livro sobre “a universalidade do mal e não sobre a sua banalidade”, como refere João Pinto Coelho.

As Bibliotecas Escolares Afonso de Paiva para além de estimularem a criação literária e o gosto pela leitura, estreitando laços entre os livros e os leitores, pretendem sempre ajudar e apoiar alunos e professores a entender melhor a importância da palavra e da literatura, bem como as transformações que hoje definem o mundo à nossa volta, com a promoção destes encontros e conversas com autores, na promoção de um trabalho de leitura empenhada, envolvida, que devolve a competência de ler nas crianças e jovens.

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As Bibliotecas Escolares do AE Afonso de Paiva em articulação curricular com as disciplinas de Educação Visual e História assinalam na semana de 29 de janeiro a 2 de fevereiro, o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, associando-se plenamente às cerimónias de homenagem às vítimas do Holocausto que no dia 27 de janeiro, nesta data histórica, têm lugar em Auschwitz-Birkenau e em todo o Mundo.

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Na segunda-feira, dia 29 de janeiro, os alunos das cinco turmas de 9º ano irão estar à conversa com João Pinto Coelho, professor de Artes Visuais e escritor, recentemente galardoado com o Prémio Leya 2017 pela obra “Os Loucos da Rua Mazur”. A temática do Holocausto é o tema de fundo deste Encontro de Autor (parceria ASA), as leituras e investigações, assim como os relatos e estudos do escritor, provenientes de duas ações do Conselho da Europa que integrou e lhe permitiram “viver” nos campos de Auschwitz e Birkenau, tendo entrevistado sobreviventes, estudado contextos e vivências das comunidades judaica e cristã anteriores à guerra. Durante a semana irão ainda estar patentes, no piso superior da escola sede do agrupamento, duas Exposições de Trabalhos realizados com os alunos das turmas de 9º ano de escolaridade, designadamente frisos iconográficos realizados nas aulas de História e 2 painéis compostos por elementos desenhados e pintados em cartão, a duas cores (preto e vermelho), elaborados pelos alunos nas aulas de Educação Visual e um Ciclo de Cinema Temático, com a projeção diária, na biblioteca escolar (a partir das 16h) de um filme alusivo ao tema. Nas bibliotecas escolares Afonso de Paiva e S. Tiago estarão ainda presentes Feiras do Livro de AutorExposições Bibliográficas sob o índice temático da 2ª guerra mundial.

Em jeito de singela homenagem às vítimas do extermínio nazi e reiterando o imperativo de manter viva a memória do Holocausto, as bibliotecas escolares do agrupamento Afonso de Paiva assumem o compromisso de não deixar esquecer este episódio sombrio da História, reafirmando a importância de promover a educação sobre este marco tenebroso, confiante de que, ao fazê-lo em conjunto com os professores, estamos a contribuir ativamente para a educação e formação cívica, social e moral dos alunos, para não mais esquecer.

“Esquecer o Holocausto, é matar duas vezes” Elie Wiesel

(sobrevivente do Holocausto e prémio Nobel da Paz em 1986)

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