Feeds:
Artigos
Comentários

Archive for the ‘Bibliotecas Escolares’ Category

cartaz.diadabibliotecaescolar.22.10.2018

Mensagem da Dra. Teresa Calçada

(Comissária do Plano Nacional de Leitura 2027)

 

O Plano Nacional de Leitura 2027 felicita as Bibliotecas Escolares portuguesas pelo seu trabalho diário de formação de leitores.

A biblioteca escolar destaca-se pela sua centralidade física e simbólica, constitui-se como um espaço físico e digital aberto, onde todos são bem-vindos, incrementando a ideia de uma cultura de leitura e escrita nas escolas.

Aprender a ler e ler para aprender são processos fundadores indissociáveis da ideia de educação. É necessário que na escola se leia de todas as maneiras, de forma autónoma e orientada, individualmente, a par e em grupo, em voz alta e silenciosamente, de forma extensiva e intensiva, sempre e em todo o lado, para aprender a manejar a informação de forma ética e crítica, estruturar o conhecimento, melhorar a aprendizagem e aumentar o sucesso educativo.

Com o objetivo de dar resposta a esta necessidade, o Plano Nacional de Leitura e as bibliotecas escolares juntam esforços para, colaborativamente, promoverem:

– a inclusão de períodos diários para a prática individual da leitura pelos alunos, com a iniciativa “10 minutos a ler”;

– a gestão e o empréstimo às turmas de caixas com conjuntos de livros iguais para serem lidos sob a orientação do professor;

– a celebração de contratos de leitura autónoma com os alunos, tendo em conta as recomendações e as sugestões do Plano Nacional de Leitura 2027;

– o empréstimo e a circulação de livros entre a escola e a casa dos alunos para a leitura em familia;

– concursos, projetos, iniciativas várias que contribuem para fazer leitores.

  1. É essencial que existam espaços, tempos e oportunidades nas escolas para estimular o prazer de ler. A aquisição de hábitos de leitura e do prazer de ler exige uma prática regular da leitura, o envolvimento emocional e a motivação pessoal dos leitores através de um exercício livre e voluntário. O acesso facilitado a um espaço de liberdade, de leitura independente, de iniciativas diversificadas de caráter informal concorre para estimular o prazer de ler e formar leitores para a vida. Sendo também um espaço para brincar e aprender de forma recreativa, a biblioteca escolar desenvolve, através dessa diversão em grupo, as capacidades intelectuais, linguísticas e socioafetivas dos alunos.
  2. Hoje não basta saber ler. É necessário ler muito bem, independentemente do que lemos, das razões por que lemos, das linguagens, dos textos, dos meios, dos suportes e dos lugares físicos ou virtuais em que nos encontramos, e para isso é exigida uma competência muito sólida em leitura e escrita. Esta exigência de aquisição de uma nova competência leitora e de novas literacias implica repensar os ambientes e os modos de aprendizagem atuais. As bibliotecas escolares têm, neste contexto, um papel catalisador.
  3. A biblioteca escolar é um espaço de leitura funcional e informativa, autónoma, onde se descobre e se sustenta o gosto pelo saber, onde é possível ler, investigar e usar de forma livre e com segurança todo o tipo de recursos, impressos e digitais, independentemente do seu formato e da forma de acesso, presencial ouonline.
  4. Como não só de literacia verbal se faz hoje a leitura, é também possível na biblioteca desenvolver muitas outras formas multissensoriais que se combinam cada vez mais com a palavra escrita e oral, dando lugar a uma nova multialfabetização ou transalfabetização que também a biblioteca deve acolher.
  5. A escrita hoje, induzida por novos ambientes digitais e dispositivos móveis, faz-se maioritariamente em ecrãs, associando-se cada vez mais à oralidade e a outras linguagens e formas gráficas e visuais de comunicar, através do Facebook, do Youtube, do Instagram e de outras redes sociais. Por exemplo, como estratégia de motivação e pretexto para o exercício criativo da leitura e da escrita, pode recorrer-se às práticas correntes de escrita dos jovens em plataformas deFanfic, grupos de leitura e escrita no GoodReads e Wattpad, produção debooktrailers, aplicações de storytelling, etc.
  6. Hoje em dia, não só consumimos mas também produzimos informação. As bibliotecas são um espaço de produção e comunicação da imagem e da palavra, onde é possível aprender a trabalhar com tecnologias, plataformas e ferramentas digitais para a criação, a representação e a partilha da informação e do saber, independentemente da sua natureza, suporte ou formato.
  7. A leitura é uma atividade social e as bibliotecas, um espaço público comunitário de encontro, empatia e inclusão, onde é possível socializarmo-nos e abrirmo-nos a outros olhares, realidades e modos de viver, ler e sentir.
  8. As bibliotecas escolares são, igualmente, um espaço performativo de fruição estética e expressão cultural, onde se pode participar em atividades festivas, eventos artísticos e experiências vivas de leitura explorando a dimensão ostensiva, cénica e pragmática da leitura e dos textos

Aos professores bibliotecários, aos coordenadores interconcelhios, aos docentes e a todos aqueles que, todos os dias, constroem leitores nas e com as bibliotecas escolares, uma saudação especial no Dia das Bibliotecas Escolares.

Anúncios

Read Full Post »

MIBE 2018 | Eu ♥ biblioteca escolar

cartaz.mibe2018

O tema definido para o ano de 2018 pela International Association of School Librarianship (IASL) para o International School Library Month (ISLM)  para assinalar este mês de outubro é: “Why I love my school library”. A RBE (Rede de Bibliotecas Escolares) procurou uma formulação que melhor traduzisse para a língua portuguesa a ideia transmitida, optando por uma linguagem híbrida em que todas as gerações se reveem: “Eu ♥  biblioteca escolar”.

Para além das propostas da IASL, a Rede de Bibliotecas Escolares lança o habitual desafio digital (utilizando a hashtag #Eu♥BE) para assinalar o Mês Internacional das Bibliotecas Escolares (MIBE) e celebrar a importância das bibliotecas e de tudo o que têm de bom, organizados este ano em duas categorias: os alunos e os professores bibliotecários, num reconhecimento ao trabalho do professor bibliotecário, enquanto chave para a afirmação da biblioteca na escola. É a paixão com que cada professor bibliotecário se dedica ao que faz que eleva a biblioteca para além de um espaço diferenciado, integrador e participativo, assumindo o seu lugar como estrutura pedagógica e comunidade colaborativa de aprendizagem, procurando sempre ampliar o seu papel educativo.  Para a professora bibliotecária Carla Nunes, as bibliotecas escolares devem assumir-se como espaços de criação, descoberta e aprendizagem e não apenas no sentido criativo, mas também como lugar vivo que responde às necessidades e desejos da sua comunidade. Aprendizagem, criação, cooperação e inovação, é isso, em suma, o que significa bibliotecas neste século. Ali espera-se que os utilizadores encontrem ferramentas e recursos, ao mesmo tempo que se encontram uns aos outros neste que é um lugar de felicidade nas escolas.

E muitas vão ser as atividades ao longo do mês de outubro nas duas bibliotecas (Afonso de Paiva e S. Tiago) do Agrupamento Afonso de Paiva:

  • Formação do Utilizador (1º e 5º anos)
  • Animação de Leitura (3º e 4º anos)
  • Desafios RBE
  • Concursos e Passatempos
  • Feira de Jogos Didáticos (parceria Asa)
  • Bookmark Exchange Project (8º anos)
  • Exposições
  • Instalações Temáticas

Em outubro e seguindo a tradição, são iniciadas as requisições domiciliárias dos alunos do 1º ciclo das EB Afonso de Paiva e S. Tiago, assim como as atividades do Clube de Leitur@s e o Programa Itinerâncias “Malas com Rodas Cheias de Histórias”, em parceria com a Biblioteca Municipal de Castelo Branco, para as escolas e jardins de infância do agrupamento que não dispõem de espaço físico de biblioteca, distribuindo malas contendo livros e alguns materiais de complemento à sua utilização.

Como habitualmente, o Dia Internacional da Biblioteca Escolar será assinalado na quarta segunda-feira de outubro, dia 22, este ano com a apresentação oficial à comunidade educativa, dos trabalhos realizados e recursos produzidos no âmbito do projeto “Ler, Contar e Recontar” | Ideias com Mérito da RBE, assinalado com uma sessão de mediação leitora, exposição e instalação temática e uma apresentação audiovisual.

Read Full Post »

banner–1339X278PX3-1-768x159


Numa organização conjunta entre a Câmara Municipal de Castelo Branco, Centro de Cultura Contemporânea e a Rede de Bibliotecas Escolares, o Concurso Ibérico “Três Imagens…Quantas emoções?” é uma iniciativa que decorre da Ilustrarte’18 – VII Bienal Internacional de Ilustração para a Infância, patente no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco até ao dia 7 de outubro de 2018. Este concurso pretende incentivar a criatividade literária e multimédia dos jovens, sensibiliza-los para a dimensão estética, promover a multiliteracia, estimular a utilização de diversos suportes de criação e promover a escrita criativa.
O concurso é aberto a alunos, portugueses e espanhóis, matriculados no ensino básico, secundário e superior, público ou privado. Os concorrentes terão que fazer prova da visita à exposição, e as ilustrações ali expostas deverão servir de inspiração ao trabalho a apresentar a concurso. Os interessados podem participar de duas formas:

  1. 1º e 2º ciclos –  em suporte escrito, texto de poesia ou narrativo.
  2. 3º ciclo, secundário ou superior – dois suportes, escrito e/ ou multimédia

A pré-inscrição decorre online (em formulário próprio) até ao dia 8 de outubro. Os concorrentes deverão inscrever-se na categoria correspondente ao ano letivo que frequentaram no ano letivo 2017/18.

Os trabalhos deverão ser entregues até 11 de novembro e a divulgação dos resultados está agendada para o dia 10 de dezembro.
O regulamento do concurso, a ficha de Inscrição e demais documentos estão disponibilizados na página da Câmara Municipal de Castelo Branco e nas páginas dos parceiros da iniciativa.

Participa! Qual é a tua ideia?

Regulamento do Concurso Descarregar: Português / Espanhol 

regulamento_PT

regulamento_ES

Versões a Preto e Branco

regulamento_CB_PT_PB

regulamento_CB_ES_PB

Cartaz em Português / Espanhol

cartaz_PT

cartaz_ES

Formulário de Manifestação de interesse em participar no Concurso AQUI 

 

Read Full Post »

Cartazdiadoagrupamento.be.2018

Hoje, 1 de junho, assinala-se o Dia Internacional da Criança e no Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva não há aulas – declarámos o Dia da Criança como o Dia do Agrupamento e, por entre muitas outras atividades, é claro que não podiam faltar muitas histórias fantásticas, contos populares e rimas de encantar nas nossas bibliotecas escolares. UMA ABADA DE HISTÓRIAS lidas, contadas e cantadas pelas vozes da educadora Maria da Luz Lopes e da professora Carla Nunes da equipa das bibliotecas escolares.

Relembramos que este Dia foi criado em 1950, alguns anos após o fim da II Guerra Mundial, para sensibilizar a comunidade internacional para os problemas que atingiam tantas crianças no mundo. Num cenário de flagelo em termos sociais e humanitários, a Federação Democrática Internacional das Mulheres e a ONU quiseram defender as crianças dessa destruição.

Este é um dia que que não queremos deixar de assinalar e relembrar enquanto existirem no mundo crianças a quem são negados os direitos e os cuidados mais básicos – amor, saúde e segurança.

Read Full Post »

As Bibliotecas Escolares em articulação com a Oficina de Artes do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva desenvolvem o projeto “Livros Animados” desde 2014. Este projeto consiste em (re)ciclar livros velhos, deteriorados ou desatualizados e (re)criar em formato 3D livros com emoções e sentimentos. Os alunos em contexto de oficina e uma vez escolhida a emoção transformam os velhos livros, numa base de ilustração e construção criativa. Segue-se uma fase de experimentação de técnicas, de cortes e colagens, com uma ilustração/ construção tridimensional repleta de formas e imagens originais, usando diferentes tipos de materiais, materiais recicláveis, colagens, carimbos e impressões, bem como diversos materiais de pintura, desenho e outros registos, criando livros animados. Neste momento contamos já com oito livros construídos pelos alunos, cada um de acordo com as propriedades únicas de cada uma das emoções ou sentimentos selecionados.

 

Livros_Animados

Com este projeto e para além da promoção do trabalho articulado e colaborativo, pretendemos sensibilizar os participantes para a importância de reciclar e recriar com materiais desgastados, experimentar técnicas de trabalhos manuais, promover a auto-expressão e o desenvolvimento de projeto individual e desenvolver a imaginação e a criatividade, dando uma nova vida a livros velhinhos.

Aqui fica a galeria de fotos:

Este slideshow necessita de JavaScript.

 

Read Full Post »

No passado dia 11 de maio a Casa da Cultura de Oleiros acolheu a Fase Intermunicipal da 12ª edição do Concurso Nacional de Leitura (CNL), animadamente conduzida pelo conhecido e muito apreciado narrador, contador de histórias e humorista Jorge Serafim, onde estiveram presentes os alunos apurados do 1º, 2º, 3º ciclo e do Ensino Secundário dos Agrupamentos de Escolas albicastrenses. Os alunos participantes realizaram uma prova escrita a partir de obras previamente selecionadas pelo júri desta fase, designadamente: “A Lenda do Viajante que Não Podia Parar” de Concha López Narváez” (1º ciclo); ” A história do Senhor Sommer” de Patrick Süskind (2º ciclo); “A Ordem do Poço do Inferno” de Nuno Matos Valente (3º ciclo) e “A Viagem do Elefante” de José Saramago (Ensino Secundário), seguindo-se uma leitura expressiva em voz alta de um poema previamente escolhido e uma apresentação oral da obra, com argumentos muito eloquentes e convincentes por parte de todos os participantes, que demonstraram enquanto leitores confiantes e entusiasmados, as razões pelas quais tudo muda quando lemos e que a prática literária requer um ingrediente indispensável: o prazer. A tarde foi ainda marcada com a presença de uns “renascidos” escritores portugueses – Luís Vaz de Camões, Fernando Pessoa, Eça de Queirós, Gil Vicente – que encantaram miúdos e graúdos com as suas rábulas, em leituras performativas pelas ruas da vila.

Ao júri, composto por Telma Veríssimo (Casa da Cultura de Oleiros); Nuno Matos Valente (Escritor) e Sílvia Ferreira (Pé de Pano – Projectos Culturais) coube a difícil tarefa de selecionar um vencedor por cada categoria (nível de ensino) e de entre os alunos apurados que irão representar a CIM (Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa) na Fase Final desta edição do CNL, a decorrer em junho, estão dois alunos do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva: o aluno Diogo Carrola do 9º2 que ficou em terceiro lugar, sendo suplente para a fase nacional na categoria do 3º ciclo e a aluna Maria Inês Roque do 6º2 com o primeiro lugar na categoria do 2º ciclo, sendo finalista para a fase nacional. Estão ambos de parabéns pela belíssima participação nesta fase e pelos magníficos resultados obtidos! Os alunos em 1º, 2º e 3º lugar, nas 4 categorias, receberam um Certificado de Participação e, respetivamente, um tablet, um gaming board e um power bank, acompanhados de alguns brindes, ofertas da Câmara Municipal de Oleiros.

 

“Esta foi mais uma grande festa dos livros e dos leitores, numa demonstração da leitura enquanto atividade prazerosa. A cada novo livro, uma nova porta se abre e um livro leva a outro, e novos caminhos, novas ideias e novos mundos se abrem”, refere Carla Nunes, professora bibliotecária do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva, acrescentando que “E isso significa, na sua forma mais simples, que cabe aos professores e mediadores encontrar livros de que eles gostem, dar-lhes acesso a esses livros e deixar que eles os leiam. E haverá melhor lugar para que elas leiam do que as nossas bibliotecas?”

Read Full Post »

Foi o que quisemos contar na biblioteca escolar Afonso de Paiva aos alunos da turma 3 do 6º ano, inserido na disciplina de Oferta Complementar com a diretora de turma, contando com a presença de meninos especiais do 1º, 2º e 3ºciclos, em vésperas de tão importante efeméride. A partir da “História de uma flor” de Matilde Rosa Araújo, adaptada em SPC (Símbolos Pictográficos para a Comunicação) e narrada em LGP (Língua Gestual Portuguesa) pela equipa EREBAS (Escola de Referência de Educação Bilingue de Alunos Surdos) da educação especial do agrupamento, lida ainda em voz alta pela professora bibliotecária, exploraram-se os valores de Abril, seguindo-se um infominuto explicativo, em registo vídeo, como forma de sistematização de conteúdos e ainda o visionamento de um programa de rádio, datado de 24 de abril de 1974, onde pudemos ver e ouvir o locutor da rádio Renascença responsável por uma das senhas que despoletou esta revolução.

No final houve ainda lugar a um jogo da glória interativo (em linha) sobre o tema, ao que se seguiu uma atenta observação e análise das duas exposições patentes no 1º andar da escola sede, alusivas à temática: “Mãos de Abril”, realizada pelos alunos do 6º 3 e da unidade EREBAS e uma exposição fotográfica realizada com imagens do livro “Um fotógrafo em Abril” do fotojornalista Sebastião Salgado, ambas organizadas pelas bibliotecas escolares e equipa EREBAS.

Esta foi mais uma atividade de mediação leitora realizada no âmbito do projeto “Saber Ler+: Práticas Inclusivas de Leitura”, um projeto desenvolvido de forma articulada e colaborativa entre as bibliotecas escolares e o departamento de educação especial do agrupamento Afonso de Paiva, que conta já com 4 anos, tendo como principal objetivo a criação de bibliotecas inclusivas, capazes de proporcionar oportunidades de leitura para todos, com a inovação de práticas de trabalho, assim como o enriquecimento dos currículos, o que contribuirá, acreditamos, para o desenvolvimento das competências de leitura e do relacionamento e interação social dos alunos. No final, todos souberam responder à questão: 25 de Abril, mas afinal o que foi que aconteceu nessa data? Aqui ficam as respostas:

Em 1974 nós ainda não éramos nascidos nem a grande parte dos adultos mais novos. Mas o 25 de Abril foi uma das datas mais importante para nós, porque nos permitiu ter Liberdade. A certa altura, os militares criaram o MFA (Movimento das Forças Armadas) e no dia 24 de abril de 1974 tentam derrubar o Governo. Às 5 para as 11 da noite, passa na rádio a canção “E Depois do Adeus”, de Paulo de Carvalho, a primeira senha para o início das operações do MFA e à meia-noite e vinte é passada na rádio a segunda senha “Grândola Vila Morena”, de Zeca Afonso. Uma coluna militar de tanques, comandada pelo Capitão Salgueiro Maia saía da Escola Prática de Cavalaria, de Santarém, em direção a Lisboa, onde tomaria posição junto aos ministérios no Terreiro do Paço, cercando depois o Quartel do Carmo onde se tinha refugiado o então chefe do Governo, Marcelo Caetano. Durante o dia, os populares juntaram-se aos militares e, conta-se, que a certa altura uma vendedora de flores começou a distribuir cravos e os soldados e a população enfiavam-nos nos canos das espingardas e os populares colocavam-nos ao peito. Por isso se chama ao 25 de Abril a Revolução dos Cravos.

 

Read Full Post »

Older Posts »

Alerta Premika

um (re)encontro com o mundo dos livros...

Hafuboti

little bits of library goodness

Educação para a Sexualidade

Recursos para Jardim de Infância e Ensino Básico (1.º e 2.º Ciclos)

TRANSMAGINAR

um (re)encontro com o mundo dos livros...

Cultura LIJ / ISSN 2545-6849-10

Revista de Cultura y Literatura Infantil y Juvenil - ISSN 2545-6849-10 Marzo 2018

Literacia de Informação

Da Informação ao conhecimento com a biblioteca escolar

Hipermediaciones

Conversaciones sobre la comunicación digital interactiva

Amora negra

Página do escritor e contador de histórias Carlos Alberto Silva

A maioria das pessoas que caminhem atrás de mim serão crianças, por isso manterei os passos curtos." Hans Christian Andersen

BECRE-AEPM

Biblioteca Escolar / Centro de Recursos Educativos do Agrupamento de Porto de Mós

Pegada-de-papel

Blogue das Bibliotecas do Agrupamento de Escolas Martim de Freitas

%d bloggers like this: