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Archive for the ‘Autores’ Category

agua e a aguia

“A água e a águia” é o novo livro, fruto da colaboração de Mia Couto com Danuta Wojciechowska, numa edição da Editora CAMINHO. Esta é uma iniciativa da Câmara Municipal de Castelo Branco e da Editorial Caminho, com a colaboração da RBE.

Os dois autores deslocam-se a Castelo Branco no dia 20.novembro para realizar três sessões em Agrupamentos de Escolas da cidade e uma apresentação no Cine-Teatro Avenida.
Pela manhã, entre as 11h e as 12h, a ilustradora Danuta Wojciechowska irá estar no auditório do AE Afonso de Paiva, com os alunos das turmas de 3º e 4º anos da EB Afonso de Paiva.

A sessão da tarde, aberta ao público, será realizada às 18h30, no Cine-Teatro Avenida em Castelo Branco. A entrada é gratuita, mas com levantamento obrigatório de bilhete.

Ainda no âmbito da sua vinda a Castelo Branco para apresentação do livro “A águia e a água”, o autor Mia Couto irá desenvolver uma oficina sobre o processo criativo de escrita, preferencialmente para professores bibliotecários, professores de língua portuguesa e professores de história, no Foyer do Cine-Teatro Avenida de Castelo Branco pelas 16h30 no mesmo dia.

 

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O Prémio Internacional de Poesia António Salvado – Cidade de Castelo Branco nasce de opções programáticas assumidas pela Câmara Municipal e pela Junta de Freguesia de Castelo Branco, como forma de homenagear o poeta albicastrense António Salvado, premiar obras poéticas inéditas e incentivar o aparecimento de novos autores, cumprindo o duplo objetivo de promover a cultura e honrar aqueles que constituem o património vivo das comunidades a que pertencem.

As candidaturas estão abertas desde o dia 25 de maio e formalizado o registo na página em linha criada para o efeito – http://www.premio-poesia-antoniosalvado-ccb.pt/ – podem ser submetidas até 31 de agosto.

Regulamento

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22 de maio | Dia do Autor Português

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Fonte da imagem: incm

 

O Dia do Autor Português, instituído há 35 anos, reconhece a importância do autor das mais variadas áreas artísticas. Homenageia quem ajuda a sonhar, quem transmite emoções, quem enriquece a nossa cultura e aumenta os nossos conhecimentos.

É, pois, deveras importante que a criança, desde o jardim de infância, esteja em contacto com histórias e autores portugueses, pois partilham a mesma língua, a mesma cultura. E temos excelentes autores e livros maravilhosos.

São os autores portugueses que podem interagir com eles em encontros, demonstrando-lhes que a pessoa que escreveu determinada história é alguém com quem podem falar, e até tocar, e esse é um fator crucial para a criança começar a ter uma relação especial com os livros e mais tarde vir a descobrir o prazer da leitura.

Os educadores de infância são muito importantes na medida em que estão a ajudar a desenvolver a personalidade da criança, a pensar, a brincar, a sonhar, a interagir com os outros, e preparam- nos para a fase seguinte: a escola.

Na minha infância nunca tive ninguém que me lesse uma história nem estive em nenhum jardim de infância, e, apesar de já inventar as minhas histórias aos 3 anos, o meu contacto com os livros só se deu na escola. A partir daí tive de ler e escrever às escondidas dos meus pais, porque eles não viam isso com muito agrado, não compreendendo aquela minha necessidade de escrever e devorar todos os livros que apanhava pela frente. Por essa razão, gosto muito de conhecer os meninos dos jardins de infância e as respetivas educadoras.

Um livro para crianças deve ser divertido, emocionante, cativante e transmitir algo importante, pois é uma ferramenta essencial na formação e educação da criança, podendo incutir-lhe bons valores e ajudá-la a distinguir o bem e o mal.

Mesmo para os mais pequenitos, procuro sempre transmitir esses valores humanos e conhecimentos que estimulem a sua capacidade de raciocínio.

Como autora, sinto-me muito grata por viver um sonho que tive quando escrevi o primeiro livro aos 11 anos: escrever histórias como profissão. Um sonho concretizado que ao longo destes 23 anos me proporcionou, como escritora, visitar centenas de escolas, conhecer centenas de professores e educadores fantásticos, e contactar com milhares de crianças. A forma calorosa como sempre fui recebida e a amizade que me dedicam têm-me ajudado a crescer e a tornar-me uma pessoa melhor. Dá-me um prazer enorme escrever e receber depois o seu entusiasmo, demonstrando-me um carinho especial por saberem que escrevi para eles.

A necessidade de escrever para os mais pequenitos surgiu a pedido deles, quando acompanhavam os irmãos mais velhos, nas sessões de autógrafos das minhas coleções infantojuvenis. Apareciam- -me com livros do Noddy e da Anita para eu os autografar, e, quando eu lhes dizia que não o podia fazer, já que não tinham sido escritos por mim, olhavam-me muito ofendidos e escandalizados, perguntando-me então porque é que eu não escrevia para eles também e se eu não gostava dos meninos mais pequenos.

O Coelhinho pretende transmitir às crianças valores tão importantes como a generosidade, a solidariedade e a amizade. O tema da poupança é abordado neste livro, mostrando à criança que é uma coisa boa, desde que não se torne em avareza, porque as pessoas são muito mais importantes do que o dinheiro. O equilíbrio é um fator imprescindível em tudo.

Na minha experiência com os jardins de infância e as escolas abordo a questão de uma maneira simples. Em determinados pontos da história tento envolvê-los, fazendo duas ou três perguntas, para descobrir se apreenderam a mensagem. No final faço outras perguntas, mais fáceis ou difíceis, conforme a idade deles. A vantagem é interagir com as crianças e ajudar a divulgar esses mesmos valores, entender não só a postura deles mas também a forma como assimilam a mensagem, os conhecimentos. E tenho tido imensas surpresas com os mais pequenitos. Por vezes até fico impressionada com as respostas que eles dão, principalmente quando lhes pergunto o que pode ser considerado tesouro, sem ser dinheiro. Já tive respostas deveras inesperadas: vida, saúde, alegria, amor, felicidade, água, nuvens, Sol, estrelas e até o porquinho de estimação.

Fico sempre maravilhada com a extraordinária capacidade que eles demonstram, mesmo não sabendo ainda ler, ao captarem e compreenderem a mensagem do livro, interagindo com entusiasmo.

Por isso, queridas educadoras, não só no Dia do Autor Português, mas em todos os outros dias do ano, deixo-lhes a sugestão que lhes leiam livros de autores portugueses. Talvez se surpreendam agradavelmente e descubram que nada ficam a dever aos autores de renome internacional.

Isabel Ricardo (autora de livros infantis)

Fonte: portoeditora

 

 

Curiosidade:
O Dia do Autor Português é assinalado a 22 de maio desde 1982. Esta data foi instituída pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), numa iniciativa do maestro Nóbrega e Sousa. Este dia coincide com o aniversário da SPA que tem por missão gerir os direitos de autor bem como representar todos os autores portugueses (também os seus sucessores e cessionários) das áreas literárias e artísticas que nela estejam inscritos.

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Livros para escutar (e ver)… por Rita Pimenta.

Livros ilustrados na voz dos autores.

Basta clicar na capa de cada um dos livros para ouvir. Nas versões mais antigas ouvem-se apenas as vozes, mas mais recentes, a começar no livro Eu Acredito, de David Machado e Alex Gozblau, já surgem as filmagens em vídeo das leituras, sempre acompanhas pelas ilustrações.

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Fonte: blogues.publico

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Iniciado em 2012, o Festival Literário de Castelo Branco tem proporcionado o contacto a alunos e professores com grande número de autores (poetas, romancistas, dramaturgos, ensaístas, ilustradores, músicos…). Esta 6ª edição do Fronteira – Festival Literário de Castelo Branco decorre de 11 a 14 de abril e conta com a participação de 15 autores portugueses convidados. O Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva contará com a visita de 4 autores que irão estar à conversa com, aproximadamente, 400 alunos do 1º, 2º e 3º ciclos do agrupamento:

  • 11.abril – Maria Bouza (1º ciclo)
  • 12.abril – António Mota (2º ciclo)
  • 13.abril – Rachel Caiano (2º ciclo)
  • 13. abril – Filipa Melo (3º ciclo)

Da programação do Fronteira 2018 fazem parte mesas de debate, apresentações e entrevistas de vida, visitas às escolas albicastrenses e uma oficina de ilustração. Os três primeiros dias serão dedicados às escolas do concelho, sendo o último dia, dedicado à cidade, preenchido com um debate em torno dos 20 anos do Prémio Nobel de José Saramago, com conversas à volta dos temas: «A lusofonia é uma ficção?»; «Que autores de língua portuguesa se perfilam como potenciais Nobel?» e «Vinte anos depois, mudou alguma coisa na literatura portuguesa?».

Caracterizado pelo fomento e promoção de contacto de autores com alunos e professores das escolas do concelho e com a população albicastrense, o Fronteira distinguiu já autores como José Manuel Castanheira, Carlos Correia e António Salvado (albicastrenses), Mia Couto, Manuel Alegre e este ano, José Saramago, 20 anos depois da atribuição do Prémio Nobel da Literatura, contando com a presença de Pilar del Rio. Para a professora bibliotecária Carla Nunes, esta é mais uma iniciativa cultural de grande relevo e importância para a cidade e, sobretudo, com impacto muito positivo na promoção e fomento da leitura e dos livros, junto da comunidade escolar.

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Chegámos ao último dia desta Semana da Leitura do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva e no Programa para hoje temos um convidado também ele especial, que encerra de forma esplendorosa estes momentos vividos ao som das leituras e na companhia dos livros e dos leitores.

As bibliotecas escolares Afonso de Paiva convidaram o amigo, professor, escritor e contador de histórias Carlos Alberto Silva, desempenhando atualmente funções de professor bibliotecário no Agrupamento de Escolas de Porto de Mós.

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Durante a manhã do dia de hoje, 23 de março, nos espaços da biblioteca S. Tiago e auditório Afonso de Paiva, os alunos do 1º ciclo das escolas básicas Castelo, MIna, Salgueiro do Campo e turmas de 1º e 2º anos da EB S. Tiago, assim como os alunos das UEE de Afonso de Paiva e S. Tiago e os alunos do Clube de Leitur@s, vão poder assistir à atividade “contos sobre rodas, um projeto de divulgação do «kamishibai», uma técnica japonesa de contar histórias. Este espetáculo de narração de contos japoneses e portugueses, com cerca de uma hora de duração, vai certamente fazer as delícias de miúdos e graúdos! O «kamishibai» é hoje reconhecido como um valioso recurso pedagógico, permitindo desenvolver competências várias nos domínios da escrita, da expressão plástica / gráfica e da oralidade.

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Relembramos aqui, que ao longo desta semana da leitura houve ainda lugar a muitas outras atividades nos diferentes espaços e unidades do agrupamento, constantes do Programa. A saber: exposições bibliográficas, instalações temáticas e feiras do livro (usado e de autor) nas bibliotecas escolares, leituras cinematográficas (projeção de livros em filmes), projeções de contos e histórias, bibliofilmes e ainda a apresentação oficial do Mapa de Escritores Albicastrenses”, o mais recente trabalho realizado pela professora bibliotecária Carla Nunes, com recurso à página escritores.online e à aplicação Google Maps.

A equipa das bibliotecas escolares agradece a TODOS por mais uma magnificente, brilhante, admirável, notável, singular, grandiosa e deliciosa SEMANA DA LEITURA! Foi bom, mesmo MUITO BOM!

 

 

Escrevendo ou lendo nos unimos para além do tempo e do espaço, e os limitados braços se põem a abraçar o mundo; a riqueza de outros nos enriquece a nós. Leia.

(Agostinho Silva)

 

 

 

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No Programa da Semana da leitura 2018 e para hoje, 21 de março, o dia estará repleto de leituras e outras aventuras…

As bibliotecas escolares Afonso de Paiva apresentam, neste dia que assinala e celebra a árvore, a poesia e o teatro, muitas leituras… de outros mundos e com aventuras por novos e velhos mundos de histórias…

De manhã e no auditório Afonso de Paiva, teremos uma sessão de leitura em voz alta pela professora bibliotecária Carla Nunes de um excerto do livro “O homem que plantava árvores”, dirigida aos alunos das seis turmas de 7º ano do agrupamento Afonso de Paiva, seguido da visualização do vídeo de Frédéric Back, baseado no belíssimo conto do francês Jean Giono, de 1953. Seguidamente e em colaboração com o Projeto Eco-Escolas, os alunos irão plantar árvores na escola, cedidas pela Câmara Municipal de Castelo Branco, afixando uma pequena placa poética, identificando cada uma das árvores plantadas.

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Posteriormente e das 10.30h às 13h, teremos no auditório do IPDJ de Castelo Branco, entidade parceira desta atividade, dois espetáculos de leitura encenada de poesia com base na obra “O pássaro da cabeça” de Manuel António Pina (metas curriculares de português de 5º ano), dirigida a todos os alunos das seis turmas de 5º ano do agrupamento, encenada pela secção de projetos artísticos para a infância e juventude -“O Rebento”, da Companhia de Teatro “Cepa Torta, pretendendo com este espetáculo cativante, aproximar as crianças dos livros de leitura obrigatória, facilitando o usufruto da mesma na sala da aula e complementando, de forma prazerosa e a partir de outras leituras, neste caso o teatro, as aprendizagens.

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Paralelamente e entre as 9.30h e as 12h, as bibliotecas escolares Afonso de Paiva em parceria com a editora Escafandro, promovem mais um encontro de autor, desta vez no JI das Violetas e dirigido a todos os alunos do pré-escolar do agrupamento, que irão assistir a uma dramatização do livro “Não é justo, Alice” pela sua própria escritora, Joana Ramos. O livro, recomendado pelo IDEPH (Instituto do Desenvolvimento e Estimulação do Potencial Humano) , retrata de forma simples e objetiva os pensamentos e sentimentos de uma criança quando sente que cometeu uma injustiça. Nas palavras de Joana Ramos “Quando as crianças têm a sorte de crescer com irmãos, há muitas fontes potenciais de conflito, principalmente as que resultam da necessidade de partilhar. Entre irmãos repartem-se espaços e brinquedos, mas também se reparte a atenção dos adultos e as responsabilidades”, afirma Joana Ramos, autora do texto. “Neste crescimento partilhado abundam as situações de pequena crise, e é aí que nós, pais e educadores, podemos efetivamente educar de uma maneira mais eficaz e consequente: na resolução de situações reais, quotidianas e que as nossas crianças sentem com muita intensidade. ”

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De tarde e a terminar o dia, os alunos de 2º ciclo apurados irão realizar a 2ª fase do Concurso de Ditado, a partir de excertos das obras “A viúva e o papagaio” de Virgínia Woolf (5º ano) e “Pedro Alecrim” de António Mota (6º ano), numa atividade orientada pelos professores de português do 2º ciclo e inserida no Programa da Semana da leitura 2018.

 

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A maioria das pessoas que caminhem atrás de mim serão crianças, por isso manterei os passos curtos." Hans Christian Andersen

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