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Archive for the ‘Autores’ Category

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Fontes: bibliobeiriz | pnl2027

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cartaz

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A ilustradora Danuta Wojciechowska apresentou o seu mais recente trabalho de ilustração que integra o livro infantojuvenil “A Água e a Águia”, numa aliança com o escritor Mia Couto, numa sessão que decorreu no auditório do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva, na manhã do passado dia 20 de novembro. Neste novo livro, Mia Couto escreve e Danuta Wojciechowska ilustra um conto sobre as grandes águias da Terra e a sua relação com a água dos rios.

Este encontro, organizado pelas bibliotecas escolares do agrupamento, da responsabilidade da editora Caminho, com o apoio da Câmara Municipal de Castelo Branco e da Rede de Bibliotecas Escolares, esteve inserido num programa que os dois autores protagonizaram na cidade. No agrupamento, a ilustradora mostrou, partilhou e conversou com cerca de uma centena de alunos e seus professores, das turmas de 3º e 4º anos da escola básica Afonso de Paiva, sobre o que é ilustrar livros para crianças e ainda surpreendeu os pequenos com algumas técnicas de ilustração e possibilidades criativas de desenhar e pintar.

 

Danuta Wojciechowska nasceu no Canadá, em 1960 e dedica-se à ilustração infantil, ao design gráfico e à cenografia. Viveu e estudou na Suíça e em Inglaterra, mas escolheu Portugal para se fixar. Reside e trabalha em Lisboa desde 1984. Foi distinguida com o Prémio Nacional de Ilustração em 2003, entre outros prémios. Já ilustrou outras obras de Mia Couto, assim como de Ondjaki, José Eduardo Agualusa, Álvaro Magalhães, Alice Vieira, Lídia Jorge e Luísa Ducla Soares.

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agua e a aguia

“A água e a águia” é o novo livro, fruto da colaboração de Mia Couto com Danuta Wojciechowska, numa edição da Editora CAMINHO. Esta é uma iniciativa da Câmara Municipal de Castelo Branco e da Editorial Caminho, com a colaboração da RBE.

Os dois autores deslocam-se a Castelo Branco no dia 20.novembro para realizar três sessões em Agrupamentos de Escolas da cidade e uma apresentação no Cine-Teatro Avenida.
Pela manhã, entre as 11h e as 12h, a ilustradora Danuta Wojciechowska irá estar no auditório do AE Afonso de Paiva, com os alunos das turmas de 3º e 4º anos da EB Afonso de Paiva.

A sessão da tarde, aberta ao público, será realizada às 18h30, no Cine-Teatro Avenida em Castelo Branco. A entrada é gratuita, mas com levantamento obrigatório de bilhete.

Ainda no âmbito da sua vinda a Castelo Branco para apresentação do livro “A águia e a água”, o autor Mia Couto irá desenvolver uma oficina sobre o processo criativo de escrita, preferencialmente para professores bibliotecários, professores de língua portuguesa e professores de história, no Foyer do Cine-Teatro Avenida de Castelo Branco pelas 16h30 no mesmo dia.

 

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O Prémio Internacional de Poesia António Salvado – Cidade de Castelo Branco nasce de opções programáticas assumidas pela Câmara Municipal e pela Junta de Freguesia de Castelo Branco, como forma de homenagear o poeta albicastrense António Salvado, premiar obras poéticas inéditas e incentivar o aparecimento de novos autores, cumprindo o duplo objetivo de promover a cultura e honrar aqueles que constituem o património vivo das comunidades a que pertencem.

As candidaturas estão abertas desde o dia 25 de maio e formalizado o registo na página em linha criada para o efeito – http://www.premio-poesia-antoniosalvado-ccb.pt/ – podem ser submetidas até 31 de agosto.

Regulamento

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22 de maio | Dia do Autor Português

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Fonte da imagem: incm

 

O Dia do Autor Português, instituído há 35 anos, reconhece a importância do autor das mais variadas áreas artísticas. Homenageia quem ajuda a sonhar, quem transmite emoções, quem enriquece a nossa cultura e aumenta os nossos conhecimentos.

É, pois, deveras importante que a criança, desde o jardim de infância, esteja em contacto com histórias e autores portugueses, pois partilham a mesma língua, a mesma cultura. E temos excelentes autores e livros maravilhosos.

São os autores portugueses que podem interagir com eles em encontros, demonstrando-lhes que a pessoa que escreveu determinada história é alguém com quem podem falar, e até tocar, e esse é um fator crucial para a criança começar a ter uma relação especial com os livros e mais tarde vir a descobrir o prazer da leitura.

Os educadores de infância são muito importantes na medida em que estão a ajudar a desenvolver a personalidade da criança, a pensar, a brincar, a sonhar, a interagir com os outros, e preparam- nos para a fase seguinte: a escola.

Na minha infância nunca tive ninguém que me lesse uma história nem estive em nenhum jardim de infância, e, apesar de já inventar as minhas histórias aos 3 anos, o meu contacto com os livros só se deu na escola. A partir daí tive de ler e escrever às escondidas dos meus pais, porque eles não viam isso com muito agrado, não compreendendo aquela minha necessidade de escrever e devorar todos os livros que apanhava pela frente. Por essa razão, gosto muito de conhecer os meninos dos jardins de infância e as respetivas educadoras.

Um livro para crianças deve ser divertido, emocionante, cativante e transmitir algo importante, pois é uma ferramenta essencial na formação e educação da criança, podendo incutir-lhe bons valores e ajudá-la a distinguir o bem e o mal.

Mesmo para os mais pequenitos, procuro sempre transmitir esses valores humanos e conhecimentos que estimulem a sua capacidade de raciocínio.

Como autora, sinto-me muito grata por viver um sonho que tive quando escrevi o primeiro livro aos 11 anos: escrever histórias como profissão. Um sonho concretizado que ao longo destes 23 anos me proporcionou, como escritora, visitar centenas de escolas, conhecer centenas de professores e educadores fantásticos, e contactar com milhares de crianças. A forma calorosa como sempre fui recebida e a amizade que me dedicam têm-me ajudado a crescer e a tornar-me uma pessoa melhor. Dá-me um prazer enorme escrever e receber depois o seu entusiasmo, demonstrando-me um carinho especial por saberem que escrevi para eles.

A necessidade de escrever para os mais pequenitos surgiu a pedido deles, quando acompanhavam os irmãos mais velhos, nas sessões de autógrafos das minhas coleções infantojuvenis. Apareciam- -me com livros do Noddy e da Anita para eu os autografar, e, quando eu lhes dizia que não o podia fazer, já que não tinham sido escritos por mim, olhavam-me muito ofendidos e escandalizados, perguntando-me então porque é que eu não escrevia para eles também e se eu não gostava dos meninos mais pequenos.

O Coelhinho pretende transmitir às crianças valores tão importantes como a generosidade, a solidariedade e a amizade. O tema da poupança é abordado neste livro, mostrando à criança que é uma coisa boa, desde que não se torne em avareza, porque as pessoas são muito mais importantes do que o dinheiro. O equilíbrio é um fator imprescindível em tudo.

Na minha experiência com os jardins de infância e as escolas abordo a questão de uma maneira simples. Em determinados pontos da história tento envolvê-los, fazendo duas ou três perguntas, para descobrir se apreenderam a mensagem. No final faço outras perguntas, mais fáceis ou difíceis, conforme a idade deles. A vantagem é interagir com as crianças e ajudar a divulgar esses mesmos valores, entender não só a postura deles mas também a forma como assimilam a mensagem, os conhecimentos. E tenho tido imensas surpresas com os mais pequenitos. Por vezes até fico impressionada com as respostas que eles dão, principalmente quando lhes pergunto o que pode ser considerado tesouro, sem ser dinheiro. Já tive respostas deveras inesperadas: vida, saúde, alegria, amor, felicidade, água, nuvens, Sol, estrelas e até o porquinho de estimação.

Fico sempre maravilhada com a extraordinária capacidade que eles demonstram, mesmo não sabendo ainda ler, ao captarem e compreenderem a mensagem do livro, interagindo com entusiasmo.

Por isso, queridas educadoras, não só no Dia do Autor Português, mas em todos os outros dias do ano, deixo-lhes a sugestão que lhes leiam livros de autores portugueses. Talvez se surpreendam agradavelmente e descubram que nada ficam a dever aos autores de renome internacional.

Isabel Ricardo (autora de livros infantis)

Fonte: portoeditora

 

 

Curiosidade:
O Dia do Autor Português é assinalado a 22 de maio desde 1982. Esta data foi instituída pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), numa iniciativa do maestro Nóbrega e Sousa. Este dia coincide com o aniversário da SPA que tem por missão gerir os direitos de autor bem como representar todos os autores portugueses (também os seus sucessores e cessionários) das áreas literárias e artísticas que nela estejam inscritos.

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Livros para escutar (e ver)… por Rita Pimenta.

Livros ilustrados na voz dos autores.

Basta clicar na capa de cada um dos livros para ouvir. Nas versões mais antigas ouvem-se apenas as vozes, mas mais recentes, a começar no livro Eu Acredito, de David Machado e Alex Gozblau, já surgem as filmagens em vídeo das leituras, sempre acompanhas pelas ilustrações.

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Fonte: blogues.publico

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Blog de la biblioteca de Traducción y Documentación de la Universidad de Salamanca

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Cultura LIJ / ISSN 2545-6849-10

Revista de Cultura y Literatura Infantil y Juvenil - ISSN 2545-6849-10 Marzo 2018

Literacia de Informação

Da Informação ao conhecimento com a biblioteca escolar

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