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Archive for Junho, 2016

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A Biblioteca Municipal da Sertã recebe pela quinta vez consecutiva mais uma maratona de leitura, com conhecidos e anónimos a lerem em voz alta durante 24 horas, e inaugura o Dia da Leitura Planetária, aberta a leitores de todo mundo.
As duas iniciativas são organizadas pela autarquia da Sertã (concelho de Castelo Branco) e vão decorrer em simultâneo entre os próximos dias 02 e 03 de julho, como forma de promover o livro e a leitura.
Este ano a maratona conta com presença de vários autores convidados, entre os quais Valter Hugo Mãe, Pedro Mexia, Miguel Real, Ricardo Belo de Morais, Miguel Moreira, entre outros.

13335852_369649773158709_4761157737589676557_nO poeta Fernando Pessoa será o autor em destaque, mas cada participante terá liberdade para escolher o que quiser ler “e o único desafio é que o faça em voz alta”, juntando-se a outras pessoas, perfazendo as 24 horas ininterruptas de leitura.

Haverá ainda uma feira do livro com obras de e sobre Fernando Pessoa e uma exposição, “Os lugares de Pessoa”, cedida pela Casa Fernando Pessoa.
Inscrições:
Descarregue a ficha de inscrição em: https://drive.google.com/file/d/0B_…
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As bibliotecas escolares têm vindo a assumir um papel central enquanto recurso privilegiado das escolas no domínio da literacia, procurando que todos os alunos tenham acesso a livros e a tecnologias de informação e comunicação.

 
Contudo, face à crescente inclusão de alunos com necessidades educativas especiais nas escolas do ensino regular, veem-se hoje confrontadas com a imprescindibilidade de responder a uma população escolar com competências significativamente diversas e que requer, em muitas situações, meios tecnológicos diferenciados de acesso à leitura.

 

Criar bibliotecas escolares inclusivas, que proporcionem reais oportunidades de leitura para todos os alunos, é talvez um dos maiores desafios colocado à Biblioteca Escolar Afonso de Paiva, que, em conjunto com o Departamento de Educação Especial se pretende assumir como espaço de excelência para o desenvolvimento da literacia e como garante da igualdade de oportunidades, procurando pois, dinamizar respostas ajustadas às exigências e às necessidades de todos os alunos, através da criação de projetos de leitura diversificados, que prevejam condições para a efetiva participação e preparação dos alunos com necessidades educativas especiais a par dos seus restantes colegas, desenhando-se abordagens inovadoras na concretização de projetos dirigidos a todos os alunos, como é o caso do Projeto “Saber Ler+”, projeto desenhado e criado no âmbito da iniciativa nacional “Todos Juntos Podemos Ler” da RBE (Rede de Bibliotecas Escolares).

 

 

Esta foi a premissa para o desenvolvimento de mais uma ação de formação, inserida no Plano de Formação do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva, desta vez de curta duração, promovida em junho pela professora bibliotecária Carla Nunes, dirigida aos Docentes de Educação Especial e Professores e Educadores titulares das turmas/ grupos envolvidos no referido projeto, tendo como objetivos subjacentes: refletir sobre a importância da inclusão na educação e no ensino; perspetivar o trabalho colaborativo da Biblioteca Escolar em função da participação conjunta de todos dos alunos, independentemente das suas necessidades educativas, bem como na criação e partilha de recursos e materiais pedagógicos em vários formatos, destinados aos alunos com necessidades educativas especiais; desenvolver competências ao nível da produção de recursos inclusivos e das práticas facilitadoras no acesso à informação e à leitura em contexto curricular, desenvolvendo uma comunidades de prática de leitura inclusiva no agrupamento.

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Este relatório de investigação levado a cabo por Scholastic mostra o impacto positivo dos professores bibliotecários escolares e das bibliotecas na aprendizagem dos estudantes.

 

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Fonte: blogue.rbe

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O verão começa hoje, mais exatamente quando os relógios marcarem 22h34, assinalando deste modo o solstício.

Como é o dia mais longo do ano, porque não assinalar o momento realizando uma pequena lista de leitura para o tempo mais quente?

Relembramos aqui as nossas sugestões de Livros com cheiro a verão

 

BOAS LEITUR@S!

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No dia do agrupamento, dia 1 de junho, a Biblioteca Escolar Afonso de Paiva recebeu cerca de 250 alunos e muitas foram as histórias ali lidas e contadas, ouvidas e faladas… uma abada delas! Contámos histórias, brincámos com as palavras, com os sonhos, com a imaginação e com os sentimentos… Deixámos, por alguns instantes, de ser nós próprios para assumirmos outros papéis e outras vidas, as das personagens. Nesta manhã de histórias, entregámo-nos aos ouvintes, na tentativa de os conquistarmos, procurando adivinhar em cada palavra, em cada gesto e em cada expressão o que se passava no interior de cada um…

Contar histórias é uma arte, mas todos temos um pouco de contador de histórias e para além da professora bibliotecária Carla Nunes, a educadora Luz Nunes e a professora Helena Bonifácio, foram as contadoras de serviço que levaram histórias aos alunos de todas as turmas de 5º ano do AE Afonso de Paiva, numa viagem para conhecer o mundo, para descobrir tantos lugares, conhecer tantas pessoas e coisas diferentes e descobrir tantos sentimentos.

Foi muito bom ver que uma história bem contada surpreende, tem o poder de quebrar a rotina e trazer a magia à tona; estimula a criatividade, rompe barreiras, desvenda mistérios, abre portas e pode ser tão especial e marcante para a criança que chega a influenciar a sua maneira de pensar e agir, num convite para um mundo que só a leitura nos proporciona, um mundo de conhecimento, de informação, de curiosidades e de muita alegria.

Acreditamos que a contação de histórias é um convite à leitura e queremos que as crianças também se interessem pelo acesso à obra original. Ouvir histórias incentiva realmente a leitura e, com isso, cremos poder fazer da biblioteca escolar um ambiente mediador, em que as histórias são recursos para despertar nas crianças a criatividade, imaginação, fluência e talento.

Os miúdos e graúdos, ao longo desta última semana de aulas, ainda tiveram oportunidade de visitar e apreciar uma mostra de livros em espanhol, francês e inglês, patente na biblioteca escolar Afonso de Paiva.

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#obrigadoprofessor

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#obrigadoprofessor visa dar espaço à manifestação do reconhecimento dos professores no percurso de vida dos portugueses.

 

É comum que as pessoas refiram um professor ou uma professora que, pelas mais diversas razões, continuam a ser recordados, tantas vezes com saudade e muitas vezes até com emoção. Tanto é o professor dos primeiros anos, como um professor que trabalhou connosco vários anos, como ainda o professor de um dos nossos filhos. É fácil encontrar pessoas com estas lembranças.

 

É por isso que é importante que se dê visibilidade aos milhares de professores que, no seu quotidiano realizam um trabalho extraordinário e anónimo, valorizando as pessoas que nele se empenham com carinho e dedicação.

 

Por isso, é importante o seu testemunho. Clique AQUI para participar!

 

#siga o projeto nas redes sociais

 

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12 Livros para ler, saborear e aproveitar as férias!

 

1. “Chapéus com História” de Rita Vilela e Carla Nazareth

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“A montra e as prateleiras da Chapelaria da Baixa estão repletas de chapéus. Na loja do João há chapéus de coco, sombrinhas, chapéus de chuva, bonés, chapéus grandes e pequenos, e para todos os gostos.

Mas o que torna estes chapéus tão especiais são as histórias que eles têm para nos contar. Aventuras, viagens e memórias que, dia após dia, pela voz do João, vão trazendo mais clientes à loja.

Queres saber o que se esconde nas abas destes chapéus? Então, senta-te bem confortável e escolhe o teu.”

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2. “Tiago, o colecionador-quase-nuvem” de Vanessa Mendes Martins e Marta Madureira

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“Desde malmequeres que são aldeias minúsculas até velas ginastas, o Tiago saltita por entre as suas criações. Até que, por entre amores e amuos, o tio lhe revela a importância de colecionar. Começa assim a aventura de um cabeça no ar, quase nuvem, na descoberta da coleção perfeita…”

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3. “Os transparentes” de Ondjaki

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“Com o presente romance, de novo aparece Luanda – a Luanda atual do pós-guerra, das especificidades do seu regime democrático, do «progresso», dos grandes negócios, do «desenrasca» – como pano de fundo de uma história que é um prodígio da imaginação e um retrato social de uma riqueza surpreendente.

Combinando com rara mestria os registos lírico, humorístico e sarcástico, os transparentes dá vida a uma vasta galeria de personagens onde encontramos todos os grupos sociais, intercalando magníficos diálogos com sugestivas descrições da cidade degradada e moderna.”

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4. “A baleia” de Benji Davies

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Noé é um menino que vive com o pai ao pé do mar. Ao passear na praia depois de uma tempestade noturna, encontra uma baleia e temendo pela sua sobrevivência, decide levá-la para casa, tomar conta dela e entretê-la com histórias e músicas. Contente com a sua nova companheira, o menino teme agora a reação do pai, quando este chegar a casa…

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5. “Poesia-me!” de Álvaro Magalhães e Cristina Valadas

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O que pede o livro de poemas ao leitor?

“Abre-me e lê-me. / Devagar e também furiosamente. / Como quem ama. / Em troca, poesio-te.”

E o que pede o leitor ao livro de poemas?

“Oh, sim, poesia-me / enquanto é tempo e o tempo não vem. / … / Dá-me um grão de um grão de vento, um arco de ouro, um astro mudo, todas as palavras que uma palavra tem e poesia-me até ao fim do tempo, de tudo. Depois, também!”

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6. “Rainha Vermelha” de Victoria Aveyard

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“O mundo de Mare, uma rapariga de dezassete anos, divide-se pelo sangue: os plebeus de sangue vermelho e a elite de sangue prateado, dotados de capacidades sobrenaturais. Mare faz parte da plebe, os Vermelhos, sobrevivendo como ladra numa aldeia pobre, até que o destino a atraiçoa na própria corte Prateada. Perante o rei, os príncipes e nobres, Mare descobre que tem um poder impensável, somente acessível aos Prateados.
Para não avivar os ânimos e desencadear revoltas, o rei força-a a desempenhar o papel de uma princesa Prateada perdida pelo destino, prometendo-a como noiva a um dos seus filhos. À medida que Mare vai mergulhando no mundo inacessível dos Prateados, arrisca tudo e usa a sua nova posição para auxiliar a Guarda Escarlate – uma rebelião dos Vermelhos – mesmo que o seu coração dite um rumo diferente.
A sua morte está sempre ao virar da esquina, mas neste perigoso jogo, a única certeza é a traição num palácio cheio de intrigas. Será que o poder de Mare a salva… ou condena?”

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7. “A Praia de Noite” de Elena Ferrante e Mara Cerri

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“Entusiasmada com o seu gato branco e preto, Mati parece esquecer-se da sua boneca na praia. É assim que Celina vai passar uma interminável noite sob as ameaças do Banheiro Cruel do Sol-Posto e do Grande Ancinho.
À luz das chamas de um incêndio, a noite transforma-se numa aventura fantástica e terrível que só termina ao nascer do Sol.”

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8. “Vamos Comprar um Poeta” de Afonso Cruz

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“Numa sociedade imaginada, o materialismo controla todos os aspetos das vidas dos seus habitantes. Todas as pessoas têm números em vez de nomes, todos os alimentos são medidos com total exatidão e até os afetos são contabilizados ao grama. E, nesta sociedade, as famílias têm artistas em vez de animais de estimação. A protagonista desta história escolheu ter um poeta e um poeta não sai caro nem suja muito – como acontece com os pintores ou os escultores – mas pode transformar muita coisa. A vida desta menina nunca mais será igual…

Uma história sobre a importância da Poesia, da Criatividade e da Cultura nas nossas vidas, celebrando a beleza das ideias e das ações desinteressadas.”

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9. “Balbúrdia” de Teresa Cortez

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“Meias desirmanadas, um elefante às riscas, o foguetão do Tintim, um tambor que toca assim-assim, um pião que roda pouco, um robô que parece louco… São brinquedos, brinquedos e mais brinquedos a encher um quarto que faz tempo não é arrumado por inteiro. Um dia, os brinquedos (e as meias) ganham vida. Barbúrdia lembra-nos que no peito dos desarrumados também bate um coração.”

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10. “O Rapaz Que Não Se Tinha Quieto” de Rita Taborda Duarte e Ana Ventura

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“Certa vez, num encontro numa biblioteca escolar, um menino chamou-a “Escritora Infantil”. Desde esse dia, assumiu o epíteto e diverte-se a brincar com as palavras.

Era um miúdo gaiato. E gostava de viajar. Mas os catraios pequenos não se fizeram para andar por aí a passarinhar de terra em terra como se fossem andorinhas ou saltimbancos. Por isso, este rapaz que não se queria ter quieto resolve construir uma alta torre de granito – pedra sobre pedra sobre pedra sobre…−, iluminada por um rebanho de estrelas, na esperança de ser visto por um navio que o venha resgatar. Será que este gaiato miúdo vai, finalmente, conseguir viajar e correr mundo?”

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11. “Afinal o Caracol” de Fernando Pessoa, Mafalda Milhões, Cristina Andante e Fernando Ladeira

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“Afinal o Caracol é um espectáculo de promoção da leitura para bebés, da Andante Associação Artística, com poesia de Fernando Pessoa, encenação de Fernando Ladeira, interpretação de Cristina Paiva, música de Joaquim Coelho e ilustrações de Mafalda Milhões.
A história de um caracol, das cócegas que ele fazia, de como ele virava e girava, e de como acabou por não cair. Brincamos com as palavras. São o nosso brinquedo favorito. Brincamos com a música das palavras, com a leveza das palavras, com o tamanho das palavras, com a pressa e a lentidão das palavras e também… com o silêncio.!

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12. “Vinte Poemas para Camões” de Manuel Alegre

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“A melhor homenagem de um grande poeta a outro grande poeta é dedicar-lhe um livro. Neste livro, originalmente publicado em 1992, Manuel Alegre homenageia o grande poeta da língua portuguesa que é também uma das suas grandes referências e permanente inspiração: Luís de Camões.”

«Esta nação nasceu como poema.
Teu canto e tu são nossa tromba de água
sílaba longa sílaba breve
são nosso fogo de santelmo e consoantes
nosso mapa tecido a azul e mágoa
salso argento lenho leve
haverá sempre em nós um nunca dantes
amar e mar e nunca ter senão
Babilónia Sião rios que vão.»

Boas Leitur@s e Boas Férias!

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Blog de la biblioteca de Traducción y Documentación de la Universidad de Salamanca

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Cultura LIJ / ISSN 2545-6849-10

Revista de Cultura y Literatura Infantil y Juvenil - ISSN 2545-6849-10 Marzo 2018

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A maioria das pessoas que caminhem atrás de mim serão crianças, por isso manterei os passos curtos." Hans Christian Andersen

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