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Archive for 8 de Fevereiro, 2014

Image«Acreditamos que a literatura é uma das formas mais poderosas de promover a discussão sobre o nosso papel enquanto indivíduos e comunidade. Trazer algumas das vozes que vão produzindo pensamento sobre os grandes temas como o amor, a identidade ou a memória é fundamental para estimular um tecido social que se quer vivo e dinâmico». Estas foram as palavras do presidente da câmara municipal de Castelo Branco, que justificam por si só o regresso à cidade albicastrense do Festival Literário, mas «o balanço muito positivo da primeira edição do Festival Literário de Castelo Branco tornou a sua continuidade um imperativo. A importância do contacto dos nossos alunos com os principais cultores da língua e literatura portuguesas pode e deve ser uma inspiração».
Ler no Público.
 
 
 
 
Começou no dia 5 de fevereiro, a 2ª edição do Festival Literário de Castelo Branco (FLCB), que se prolongou até esta sexta, dia 7. A sessão, que juntou escritores como Maria Manuel Viana e Luís Miguel Rocha, começou de uma forma corrosiva e irreverente em Alcains, concelho de Castelo Branco, onde um grupo de pequenos atores do agrupamento de escolas José Sanches e S. Vicente da Beira declamou em palco um texto de ironia mordaz contra os livros – “Manifesto Anti-Leitura” –  de José Fanha.
Ler e ouvir na Renascença.

 

 

 

O segundo dia do FLCB começou no nosso agrupamento Afonso de Paiva, igualmente na presença de Maria Manuel Viana, autora albicastrense e de Paulo Galindro, ilustrador de livros como O tubarão na banheira, de David Machado, que muitos alunos, agora mais crescidos, se lembravam ainda de uma sua visita há 3 anos atrás. Aos alunos do 3º ciclo do nosso agrupamento (turmas de 7º e 8º ano), Paulo Galindro vinha falar sob o tema “escrever é um acto de rebeldia”, mas trocaram-lhe as voltas e perante um auditório completamente cheio, o ilustrador provou que é preciso ter coragem para enfrentar uma folha em branco e acima de tudo, coragem para se sujar e arriscar!  
Ler e ouvir na Renascença. Ver na RTP.

 

 

 

<<O país precisa de exercitar o sentido crítico>>, disse o escritor Fernando Dacosta, numa sessão dedicada a Natália Correia no Festival Literário de Castelo Branco. O autor, que lançou recentemente o livro O Botequim da Liberdade, uma biografia da poetisa e ativista social açoriana, teceu críticas ao atual estado do país. Na biblioteca municipal de Castelo Branco, Fernando Dacosta falou da hipocrisia da sociedade atual, atestando a afirmação pelas palavras de Natália Correia, que “tinha um defeito que é fatal em Portugal, que é dizer na cara das pessoas o que pensa delas”
Ler e ouvir na Renascença.

 

 

 

O último dia começou novamente no nosso agrupamento e contou com as magníficas presenças do comissário do festival, professor José Pires, que encantou as turmas do 5º e 6º ano da escola Afonso de Paiva, com os jogos das palavras e dos seus sentidos escondidos, deixando, por entre ondas escondidas de cabelos ou de mar, muita vontade de rimar! De seguida, o ilustrador André Letria, autor e editor (Pato Lógico), perante um auditório cheio e muito vibrante, encantou a pequenada que tão bem conhece as histórias do pai, José Jorge Letria e também as do filho, André Letria. E, com um simples “Diz-me o que desenharias se…” o autor conseguiu captar totalmente a atenção dos miúdos, levando os alunos a descobrir a leitura pelo desenho, porque o ilustrador é também ele um escritor. 

 

 

 

A última sessão do dia, sob o mote Estômago: Desejo e engano no canto da boca, foi no Cine-teatro de Castelo Branco e teve à entrada a atuação da Orquestra Viola Beiroa, corolário do desafio lançado na 1ª edição Salvem a Viola Beiroa, entretanto já ganhoCom uma mesa de destaque no jornalismo e na literatura: Afonso Cruz, romancista, distinguido, em 2012, com o Prémio da União Europeia para a Literatura; Daniel Oliveira, subdiretor na SIC e que publicou em 2013 o seu primeiro romance e Fernando Paulouro, jornalista e autor do blogue Notícias do Bloqueio, a magnífica moderação da mesa, coube uma vez mais a Tito Couto da booktailors. Foi o encerrar de uma trilogia – o coração, a cabeça e o estômago, da novela de Camilo Castelo Branco, cabendo naturalmente à última noite, a parte mais animal da mesma. A troca de ideias, a discussão, o pensar, sem descurar o desejo, porque o homem não é só razão, foram os temas desta sessão onde o ser livre e a liberdade pela literatura, encerraram este festival que já começa a deixar pegadas… 

 

 

 

Sob o tema “Escrever é um ato de rebeldia”, esta 2.ª edição do FLCB trouxe perto de 2 dezenas dos melhores autores da atualidade e passou por todos os agrupamentos escolares do concelho, proporcionando conversas animadas a cerca de 6000 alunos de todos os ciclos de escolaridade com escritores e ilustradores sobre diferentes formas de criação e universos literários, assim como a importância da leitura na abertura de portas para outros mundos, da liberdade pela literatura.

 

Com esta edição, o FLCB afirma-se como o principal festival literário do interior do paísQueremos o terceiro!

 

 

 

Fontes: publico.ptblogtailors.com; jornaldeoleiros.com; diariodigitalcastelobranco.pt

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